5 lições que o Santos tirou do jogo contra o Cruzeiro

Santos e Cruzeiro ficaram no 1 a 1 em jogo válido pela 22ª rodada do Brasileirão. O time paulista agora tem duas decisões pela frente após a parada para as Eliminatórias.

O Santos empatou com o Cruzeiro por 1 a 1 no último domingo pela 22ª rodada do Campeonato Brasileiro. O time paulista saiu na frente com Bruno Henrique, mas Rafinha deixou o placar em igualdade para os mineiros. O próximo duelo do Peixe será no próximo dia 10, contra o líder Corinthians, na Vila Belmiro. O técnico Levir Culpi terá 13 dias para solucionar algumas questões.

O Santos bem que tentou, mas cedeu o empate para o Cruzeiro no jogo do último domingo, pela terceira rodada do returno do Brasileirão. Foi o quarto empate seguido do Peixe, que jogou um excelente primeiro tempo, controlando totalmente a partida, não dando chances para o time mineiro. No entanto, na segunda etapa, o time alvinegro se desencontrou na partida e foi o oposto da primeira etapa, sendo presa fácil para o Cruzeiro.

Os dois próximos compromissos do Santos são decisivos para a sequência da temporada: no dia 10, o Santos enfrenta o arqui-rival Corinthians, pelo Brasileirão. E três dias depois, tem o Barcelona, pelo jogo de ida das quartas de final da Libertadores, no Equador. Veja as cinco lições que o Peixe tirou do empate contra o Cruzeiro:

1. Escalar de titular quem está melhor no momento: No Santos, há alguns titulares que não vem rendendo aquilo que podem ou aquilo que já demonstraram em outras oportunidades. Victor Ferraz é um exemplo. O lateral de 29 anos, vem jogando muito mal e não existem mais explicações para a sua titularidade. O mesmo pode-se dizer de Renato e Ricardo Oliveira. Daniel Guedes, Jean Mota e Nilmar pedem passagem;

2. Manter a regularidade o jogo todo: Contra o Cruzeiro, o Peixe mostrou o velho problema da inconsistência. Após um grande futebol jogado no primeiro tempo, onde não deu chances para o Cruzeiro atacar, o time mudou no segundo tempo, sendo um time ineficaz, apático e previsível, sendo amassado pelos mineiros, que só não viraram graças ao goleiro Vanderlei;

3. Criar alternativas ofensivas: Dos 20 clubes que disputam a primeira divisão do futebol nacional, o alvinegro tem o quarto pior ataque. Apenas Coritiba, Avaí e Atlético Goianiense marcaram menos gols que o Peixe. Para solucionar isso, o técnico Levir Culpi precisa fazer com que o time cria mais oportunidades de gol durante a parte toda. E uma mudança tática poderia ser uma solução para aumentar a criação de jogadas ofensivas;

4. Utilizar os chutes de longa distância: No empate contra o Cruzeiro, o Santos praticamente não finalizou com chutes de longa distância. E infelizmente para o Peixe, esse problema não foi exclusivo do jogo contra os mineiros. O Santos arrisca pouco chutes de longe e perde algumas chances de melhorar nesse quesito;

5. Buscar uma sombra para o meia Lucas Lima: Lucas Lima mostrou um bom futebol no último domingo, demonstrando que tem boa técnica. Mas não é sempre que o meia do Peixe joga bem. Às vezes, para o torcedor santista, parece que Lucas Lima não demonstra a mesma vontade em determinados jogos do que em outros jogos que o meia atua ligado e disposto. Jogadores com essa característica precisam de um reserva à altura, pois sabem que se não estiveram atuando bem, tem um companheiro pronto para substituí-los.



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