Beting: “Sofro mais insultos da torcida do Palmeiras do que de qualquer outra”

Crédito da foto: Reprodução/Facebook oficial do Mauro Beting

O comentarista do canal Esporte Interativo, Mauro Beting, concedeu uma entrevista ao Torcedores.com e nela ele falou sobre a sua paixão pelo Palmeiras. Ele também explicou como isso o afeta na carreira de jornalista.

“Na mídia, obviamente não existe alguém mais escancaradamente palmeirense do que eu. Não tem nenhum jornalista que tenha feito mais coisas por um clube como eu fiz. Nenhum cara foi apresentador de banquetes por quatro vezes seguidas, nenhum cara escreveu nove livros oficiais de Palmeiras e palmeirenses, nenhum cara dirigiu três filmes oficiais, apresentou a festa popular na Praça da Sé para cinco mil pessoas, fez mestre de cerimônias na abertura do estádio, fez seis preleções para jogadores e mais uma série de coisas que ninguém fez”, disse Mauro sobre a sua paixão pelo Alviverde Paulista.

LEIA MAIS:
BETING: “O TEXTO QUE ESTAVA NA PORTA DA GAVIÕES NO CENTENÁRIO DO CORINTHIANS ERA MEU”
PROFISSIONAIS AFIRMAM QUE A NARRAÇÃO DO ESPORTE INTERATIVO QUEBROU PARADIGMAS

Porém, Mauro afirmou que sofre muito mais insultos do torcedor palmeirense do que de qualquer outro.

“Eu sofro mais insultos da torcida do Palmeiras do que de qualquer outra. Querem que eu seja um porta berra da torcida, um porta saco da diretoria e querem que eu seja mais palmeirense do que eu sou e é impossível. Não estou dizendo que sou mais palmeirense que outros, mas na mídia eu sou o mais escancarado”, afirmou o comentarista.

Mauro concluiu dizendo que sua família é deliberadamente palmeirense, e seria ridículo ele não assumir a sua torcida pelo clube paulista.

“A minha família é deliberadamente palmeirense, seria até ridículo se eu não assumisse a minha paixão pelo Palmeiras. Todo mundo tem o direito de não abrir o jogo, só não pode inventar time para torcer e deixar de torcer por um time. Como ser humano eu tenho direito de ser palmeirense e como jornalista eu tenho o dever de não ser palmeirense no ar, não sou pago para ser palmeirense, até porque é uma paixão que não tem preço”, concluiu.