Para Eduardo Baptista, confusão no Uruguai deixou o Palmeiras mais unido

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Foto: Cesar Greco / Ag. Palmeiras

A verdadeira batalha que o Palmeiras teve que enfrentar no Uruguai na semana passada contra o Peñarol deixou jogadores, membros da comissão técnica e da diretoria além de seguranças do Verdão preocupados e tensos.

A possibilidade de acontecer uma tragédia existia. Os portões foram fechados para que o Palestra não saísse de campo, mas os portões foram quebrados pelos seguranças. O ambiente era de tensão.

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E com quase uma semana depois, o técnico Eduardo Baptista continua lamentando o que aconteceu no Estádio Campeon Del Siglo. Mas o comandante também acredita que o ocorrido faz com que o time ficasse mais unido:

“Vivemos momentos de medo, porque vimos portões fechados e as coisas poderiam ter ficado muito ruins. Mas todo mundo se defendeu, nós nos juntamos mais, é importante, tirar algo de bom de tudo isso e levar para fazer um jogo forte contra o Jorge Wilstermann e para a sequência da Libertadores”, disse em entrevista coletiva.

Dias antes da partida, muito foi falado de brigas internas que poderiam estar acontecendo no clube, como de Roger Guedes com Felipe Melo, ou do camisa 23 com outros do elenco. Eduardo, após a vitória contra o Peñarol no Uruguai, tratou de afirmar que não havia problemas no vestiário Alviverde.

O Palmeiras segue rumo à Bolívia já que na próxima quarta-feira enfrentará a equipe do Jorge Wilstermann pela 5ª rodada da Libertadores da América. Um empate garante ao Palestra a classificação para as oitavas de finais e também a liderança do grupo 5 com uma rodada de antecedência.



Jornalista formado pela FIAM FAAM. Apaixonado por futebol independente do país ou divisão. Setorista do Inter e esportes olímpicos. Contato: mohamed.nassif12@hotmail.com