Opinião: este deve ser o time de Cuca para a estreia do Palmeiras no Brasileirão

Ponte Preta x Palmeiras
Cesar Greco / Ag. Palmeiras

Na última quinta-feira, a imprensa pôde ter acesso à parte do coletivo realizado por Cuca na Academia de Futebol e, assim, já dá para imaginar o time titular do Palmeiras para a estreia no Campeonato Brasileiro diante do Vasco, no domingo, em São Paulo. Apesar de ter promovido equipes com 11 jogadores de cada lado, o técnico alviverde mostrou tendências que devem ser repetidas no final de semana.

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Começando pela defesa, que deverá ter Edu Dracena como titular junto com Yerry Mina e a volta de Zé Roberto. Nos últimos jogos, o então treinador do clube Eduardo Baptista testou Egídio e até improvisou com Michel Bastos na ala esquerda. Jean é o escolhido para o lado inverso.

ALTERAÇÕES

No meio-campo, outra mudança. Com Eduardo Baptista, Tchê Tchê era uma das peças da segunda linha de quatro no meio de campo. A ideia de jogo do antigo treinador tinha Felipe Melo na retaguarda e um atacante como referência na frente.

Agora com Cuca, o meio-campista voltará a jogar mais recuado de maneira a ligar a bola da defesa para o ataque. Felipe Melo, por sua vez, jogará um pouco mais à frente, mas bem próximo do camisa 8.

Com Cuca, o Palmeiras retorna com a linha de três meias no esquema 4-2-3-1: Dudu aberto pelo lado esquerdo, Guerra mais centralizado, e Willian Bigode pela direita. Róger Guedes aparece como outra alternativa pelo setor, enquanto Keno é opção para a vaga de Dudu.

Na frente, Miguel Borja é a referência do time do novo treinador palestrino, com a possibilidade de Bigode, artilheiro atual do clube, jogar por ali também.

Vale lembrar que o técnico do Palmeiras também pode alternar o esquema tático no próprio jogo dependendo da necessidade. Com essa formação, Cuca pode fazer com Guerra jogue mais fixo como armador num 4-3-3, assim como era em 2016 quando jogava com Dudu, Róger Guedes e Gabriel Jesus.

Nessa tendência, o provável Palmeiras para a estreia no Brasileirão deve ser:



Esportista de hobby, mas jornalista de profissão. Trabalhou como repórter do O Estado de S. Paulo, Revista TÊNIS. Tênis Virtual e CurtaTÊNIS em coberturas nacionais e internacionais de grandes eventos.