Alexandre Mattos revela que presidente do clube uruguaio minimizou confusão entre Peñarol x Palmeiras

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Foto: Cesar Greco/ Ag. Palmeiras/Divulgação

O assunto sobre a briga envolvendo jogadores de Peñarol x Palmeiras ainda está dando o que falar. Neste sábado, o diretor da equipe alviverde – Alexandre Mattos, disse em entrevista à Fox Sports que já havia todo um roteiro programado para que ocorresse a confusão.

Tudo começou após o término do confronto. Assim que o árbitro apitou o fim de jogo, jogadores uruguaios partiram para cima dos palmeirenses na intenção de agredi-los. Um dos atletas do Palmeiras que mais sofreu com tudo isso foi o volante Felipe Melo, que acabou tendo que se defender com socos, quando o meia uruguaio Matias Mier se aproximou para atacar.

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Em entrevista por telefone à Fox, Alexandre Mattos deu detalhes exclusivos sobre toda a briga. O diretor palmeirense detalhou que assim que a partida terminou, a direção do Palmeiras já tentou resolver ao mostrar indignação pela situação a qual foram acometidos.

“A gente tá trabalhando. Já no estádio mesmo, o Palmeiras começou a trabalhar. Ali mesmo já procuramos os representantes e o delegado da partida. Mostrando toda nossa indignação, todo nosso repúdio a tudo que estava acontecendo ali naquele momento. Foi nos passado com muita tranquilidade que as coisas seriam mostradas”, explicou.

O diretor também explicou que já esperava que acontecesse tudo isso caso vencessem a partida. Mattos disse que analisou o histórico da equipe uruguaia e por isso conversou com os jogadores para mostrar como as coisas têm acontecido. Ele também revelou que o presidente do Peñarol minimizou toda a situação ao afirmar que a competição “pede” toda essa violência.

“O roteiro estava dirigido. A gente tentou de todas as maneiras. Conversei muito com os jogadores, principalmente o Felipe. Sabendo que tudo isso iria acontecer, e, infelizmente, tivemos essas fatalidades, esse vandalismo. Eles gostam de dizer que isso é Libertadores. Escutei da boca do próprio presidente do Peñarol: ‘Ah… isso é Libertadores’. Libertadores nada. Isso é sacanagem. Isso é vandalismo. Isso é uma forma que tem que acabar e tomara que a Conmebol tome as providências para mostrar que essa história, de décadas que vinha ocorrendo, não aconteça mais”