Guarani eliminado. Veja seis motivos para a eliminação bugrina

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imagem: Site Oficial do Guarani

O Guarani dependia apenas de suas próprias forças para se classificar. Perdeu e ficou de fora. Mas a eliminação começou muito antes. Veja seis motivos que levaram o Bugre a ficar mais um ano na A2

1 – Dispensa de todo o elenco no final da série C

Todos sabem das limitações financeiras do Guarani. Mas fazer a dispensa total do elenco se mostrou uma das decisões mais erradas possíveis. O dinheiro economizado fatalmente é menor do que o dinheiro do acesso a primeira divisão.

2 – Perda do Chamusca

Poderia fazer parte do pacote acima mas merece um capítulo a parte. Não conseguir renovar com o técnico das viradas heroicas mostrou mais um vacilo da diretoria bugrina.

3 – Demora na composição do elenco

Mesmo com a dispensa precoce dos jogadores, a recomposição do elenco deveria ter sido melhor elaborada e não começar a competição praticamente sem um time titular.

4 – Ambiente conturbado

Guarani passou por um período de instabilidade política mais uma vez. Muito difícil isolar o ambiente para que o vestiário não seja afetado.

4- Perda de pontos para times que terminaram na Z-6

Guarani perdeu pontos importantíssimos para times fracos e que acabam por custar a eliminação. Empate em casa pro Velo Clube, derrota para o Capivariano com boa presença da torcida e o principal: derrota para o já rebaixado Mogi na reta final.

5- Perder o fôlego na reta final

Após grande período de invencibilidade depois da chegada do Vadão, parece que o time sentiu o peso de se classificar. Mas dos últimos 12 pontos ganhou apenas quatro. O empate contra a Lusa após domínio total da partida iniciou o calvário bugrino.

6 – Capítulo Final: Perder para o Batatais

A partida da vida como alguns jogadores estavam chamando não aconteceu. Com altos e baixos na partida o Guarani em nenhum momento mostrou a propriedade de quem precisava vencer. E o castigo não poderia ser pior com o pênalti aos 44 do segundo tempo. Pá de cal.

Agora é juntar os cacos e tentar se preparar para a série B do brasileiro. Certamente o nível de dificuldade será maior e o futuro inspira preocupação.



Adair Dias, o Zadá, é engenheiro, fanático por esportes. Quando não está trabalhando ou cuidando das filhas, certamente está fazendo algo relacionado com eles.