Opinião: Vitória do Botafogo na Copa do Brasil foi “abençoada”

Botafogo
Foto: Vitor Silva/SSPress/Botafogo

Enquanto o Fluminense comemorava o empate “espetacular” que conseguiu, em “Los Lários”, ante à “tradicionalíssima” equipe do Brasil de Pelotas, no aclamado torneiro “Primeira que ninguém liga”, o Botafogo (melhor brasileiro na Copa Libertadores da América) estreava na Copa do Brasil demonstrando seu habitual espírito de superação.

Botafogo X Sport Recife foi um jogo magistral em todos os aspectos: primeiro, porque houve um improvável gol de Samuel Xavier, do Sport, no momento em que Botafogo era muito superior em campo; em seguida, para compactuar com seu colega que expulsou Bruno Silva, o árbitro expulsou o mesmo atleta em uma falta sem a menor gravidade; veio o segundo tempo e o Fogão chegou ao empate através de Guilherme.

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Faltando vinte minutos para o encerramento da partida, com o placar empatado em 1 a 1, é assinalado um pênalti a favor do Sport. O jogo aconteceu no dia 26 de abril, quando é comemorado o “Dia do Goleiro”, justamente por ser o aniversário do maior goleiro do Botafogo (Airton Manga), Gatito Fernandez esbanjou categoria ao defender a cobrança Diego Souza.

Noite memorável, abrilhantada pela presença da massa botafoguense, que deu mostras do grandioso espetáculo que promoverá na próxima terça-feira, quando o time enfrentará o Barcelona de Quayaquil, pela Copa Libertadores.

A alegria da torcida alvinegra era completada cada vez que os auto-falantes do estádio Nilton Santos informava os gols do Atlético Paranaense em cima do Flamengo, o mesmo que está prestes a ver seu futuro estádio se tornar aquele que foi, sem nunca ter sido, ante a possibilidade de leilão do imóvel, por motivo de inadimplência da Portuguesa-RJ com o IPTU.