5 lições que o Palmeiras tirou da eliminação para a Ponte Preta no Paulistão

Fabio Menotti/Ag Palmeiras/Divulgação

O Palmeiras enfrentou a Ponte Preta, venceu mas não se classificou para a final do Campeonato Paulista 2017. Seu foco voltou a ser “apenas” a Libertadores.

Em 180 minutos o time comandado por Eduardo Baptista cometeu diversos erros, e alguns deles custaram caros. E de qualquer forma, não podem ser cometidos por aquele que almeja ser o principal clube do continente.

Confira uma análise realizada pelo Torcedores.com sobre os principais erros cometidos e as lições tiradas dessa eliminação para a Ponte no Paulistão:

Falta de agressividade

Durante as duas partidas o Palmeiras se mostrou uma equipe com pouca agressividade. E quando cito essa palavra é pressão, são jogadas incisivas, dribles, tabelas e posse de bola. Nada disso vem acontecendo.

“Sumiço” dos principais jogadores

Mais uma vez, o trio Dudu, Borja e Tchê Tchê não participou efetivamente da partida. O Verdão depende muito dessas 3 peças, e todas não funcionaram em nenhum dos confrontos.

Substituições equivocadas

Eduardo Baptista vem repetindo os erros. Por exemplo, iniciou com Roger Guedes que pouco produziu, ou mesmo os laterais, Jean e Egído, que estão longe de virem atuando bem, e isso já é de conhecimento dos torcedores, imprensa e diretores.

Pior, demorou para efetuar as trocas, e quando a fez, fez mal, mais uma vez tirando Borja, jogador esse que parece estar com a cabeça longe do Verdão após seguidas substituições.

Ausência de padrão de jogo

O Palmeiras de Eduardo Baptista é um time que atua sem o mínimo de organização tática. Os jogadores ficam espalhados pelo campo, e pouco produzem. É preciso definir o esquema, e criar uma identidade ao atual campeão brasileiro.

Nervosismo

Mais um problema que não para de se repetir. Foi assim contra o Corinthians, contra o Tucumán, Jorge Wilstermann, Peñarol e agora Ponte Preta. O time perde o controle emocional muito facilmente.

Reflexo disso é o capitão do Verdão, Dudu, expulso contra o Peñarol e quase teve o mesmo fim contra a Ponte. O Palmeiras precisa de mais bola no chão e menos “luta”.