Comentarista dá sermão a Vitor Hugo e a todos brasileiros na Libertadores; assista

Reprodução/ESPN Brasil

A estreia do Palmeiras na Libertadores, na última quarta-feira, rendeu muito assunto. Apesar de muito palestrino ainda falar do técnico Eduardo Baptista, se errou ou não na escalação inicial e nas posteriores mudanças, o protagonista do jogo contra o Atlético Tucumán, pelo lado negativo, foi o zagueiro Vitor Hugo. Ainda com 20 minutos de partida, o camisa 4 foi expulso após excesso de faltas.

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Na ocasião, o Palmeiras tinha feito quatro faltas no jogo, e Vitor Hugo era responsável por três delas – embora o primeiro cartão amarelo seja discutível. Para a maioria dos jornalistas esportivos, faltou maturidade para o zagueiro, que recentemente foi convocado por Tite para a seleção brasileira.

Durante o programa “Linha de Passe Especial” após a rodada da Libertadores, na ESPN Brasil, o jornalista Gian Oddi deu um baita sermão, não só para Vitor Hugo, mas para os jogadores brasileiros em geral que encaram a Libertadores como uma competição mais física que técnica.

“O jogador brasileiro precisa parar de achar que a Libertadores é, acima de tudo, o campeonato do ‘macho’, o campeonato que vai ter quer dar porrada. Para muita gente, o argentino e o uruguaio batem, e muitas vezes o brasileiro vai na pilha e acaba batendo mais, e fazendo com o que o jogo pegue um rumo que não é benefico para o próprio clube brasileiro, que é o time mais técnico, que tem mais jogadores de qualidade, são os clubes mais ricos da Libertadores”, opinou Oddi.

Companheiro de ESPN, o comentarista Arnaldo Ribeiro foi além e citou o polêmico Felipe Melo como exemplo de jogador maduro e que soube muito bem dosar a vontade, mesmo que o Palmeiras tenha jogado praticamente 70 minutos com um jogador a menos. Na partida toda, o “Pitbull” só fez uma falta.

“Posso elogiar o Felipe Melo? Uma coisa é ele dar entrevista e falar que vai socar a cara do uruguaio, vai dar tapa na cara. A postura dele em campo, como foi na Argentina, é de um jogador maduro. Ele entrou firme, não foi estúpido nenhuma vez, pressionou o árbitro até o limite. O Vitor Hugo não esta à altura de uma maturidade do Felipe Melo, do Zé Roberto, por exemplo”, disse.

Assista (a partir de 12′ 50″):



Esportista de hobby, mas jornalista de profissão. Trabalhou como repórter do O Estado de S. Paulo, Revista TÊNIS. Tênis Virtual e CurtaTÊNIS em coberturas nacionais e internacionais de grandes eventos.