5 craques que ganharam a Copa do Mundo, mas nunca venceram a Copinha

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Com a pré temporada dos clubes do Brasil no início do ano, a Copa São Paulo, mais conhecida como Copinha, é tradicional no coração dos amantes do futebol. O torneio disputado desde 1969 para homenagear o aniversário da capital paulista, é a maior vitrine para os torcedores que desejam conhecer a base dos clubes.

Muitos craques do futebol nacional e mundial, tiveram seus primeiros chutes como profissional, revelados na competição sub-20. Alguns chegaram no topo de suas carreiras e conquistaram o mundo. Nomes como Kaká, Dida, Rivaldo, Cafu e Marcos têm em comum muito mais do que o título da Copa do Mundo de 2002. Apesar do bom futebol, nenhum deles levantou o caneco da Copinha quando eram promessas da base.

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Kaká em 2001 ainda era Cacá. Defendeu o São Paulo nos juniores, onde era reserva. Em sua primeira oportunidade na equipe, o garoto não desperdiçou a chance e logo conquistou vaga na equipe profissional. Após um ano, o meia já estava defendendo a camisa da seleção brasileira, o que o levou à conquista da Copa do Mundo, no Japão.

O goleiro Dida, é considerado por muitos fãs, o maior goleiro do Brasil de todos os tempos. Discreto e eficiente, o atleta baiano ficou conhecido por suas inúmeras defesas de pênalti. Participou da Copa São Paulo em 1993, defendendo as cores do Vitória, da Bahia. No mesmo ano se tornou profissional do clube que ficou com o vice-campeonato brasileiro, sendo derrotado pelo Palmeiras. No Mundial de 2002, era reserva do goleiro Marcos.

Marcos, que já era ídolo dos palmeirenses, se sagrou ídolo do Brasil com a conquista do título. ‘São Marcos’ como é tratado por torcedores, esteve também presente na edição de 1993 da Copinha. Curioso, que nesse mesmo ano, os três goleiros que defenderam a seleção brasileira em 2002 estavam disputando o campeonato da base. Além de Dida e Marcos, Rogério Ceni se apresentou ao futebol com mais sorte que seus companheiros, pois em 1993, o São Paulo levantou o caneco da Copinha.

O lateral-direito Cafu, foi o símbolo da conquista de 2002 após apresentar para o planeta, o seu querido Jardim Irene. O capitão da seleção, participou da Copinha no ano de 1988, defendendo as cores do Tricolor Paulista. Pela base, foi mais um que passou em branco, mas quatro anos depois já no profissional, venceu o Mundial de Clubes pelo São Paulo antes de conquistar a Copa do Mundo defendendo a amarelinha.

Quem acompanhava a Copinha em 1992, não imaginava que sete anos depois, um garoto humilde que defendia o Santa Cruz, se tornaria o melhor jogador do mundo. Co-artilheiro do time com três gols, chamou a atenção pelo bom futebol. Vinte anos depois, Rivaldo seria peça fundamental na conquista do pentacampeonato mundial pelo Brasil. Quando defendeu a equipe pernambucana na base, o Santa Cruz ficou apenas com a sexta posição na classificação geral, colocando o garoto Rivaldo em um seleto grupo de atletas que conquistaram uma Copa do Mundo, mas não conseguiram levantar a taça da Copinha.