Tchê Tchê revela por que preferiu Palmeiras em meio a assédio de Corinthians e Santos

Palmeiras x Botafogo-SP Tchê Tchê
Getty Images

Vencedor da Bola de Prata como um dos melhores volantes do Campeonato Brasileiro, Tchê Tchê revelou logo depois, em entrevista aos canais ESPN, emissora que realiza a premiação, que ainda não acredita no que viveu em 2016 pelo Palmeiras. O camisa 32 do Verdão foi um dos pilares da campanha do clube, que se tornou eneacampeão nacional.

“Muitas vezes eu deito de noite e nem acredito que estou vivendo essa fase maravilhosa, não só eu como o Palmeiras. Fico muito contente. A ficha ainda não caiu. Acho que só daqui a um tempo eu vou ter a noção exata do que esse título representa, ainda mais pelo jejum que o Palmeiras vivia em Brasileiros”, afirmou o meio-campista.

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O Palmeiras anunciou a contratação de Tchê Tchê no final de abril, período em que o jogador estava atuando pelo Osasco Audax, do técnico Fernando Diniz. O modesto time da Grande São Paulo chegou à decisão do Campeonato Paulista parando apenas no vencedor Santos.

O resultado foi o suficiente para Cuca entrar em contato com o jogador e o convencer a jogar no Palmeiras após o Paulistão. Na entrevista, Tchê Tchê fez questão de falar que esse foi o diferencial para optar pelo Alviverde em meio a assédio de outros gigantes como o próprio Santos e o Corinthians.

“Tive sim algumas outras propostas (além do Palmeiras), mas a ligação pessoal que recebi do Cuca foi uma coisa muito importante (para optar pelo Palmeiras). O Cuca e meus companheiros me abraçaram de uma maneira que logo me senti em casa. Foi maravilhoso o que essa torcida maravilhosa fez por mim e por toda a equipe”, explicou o volante.

Em pouco tempo, Tchê Tchê conquistou a confiança da sempre exigente torcida palmeirense e foi titular da equipe em 37 dos 38 jogos do Brasileirão. Cuca gostou do que viu no jogador desde os tempos de Audax pela versatilidade do atleta, que pode muito bem fazer as funções de meio-campista quanto de lateral.



Esportista de hobby, mas jornalista de profissão. Trabalhou como repórter do O Estado de S. Paulo, Revista TÊNIS. Tênis Virtual e CurtaTÊNIS em coberturas nacionais e internacionais de grandes eventos.