São Paulo relembra golaço de Lucas em sua despedida pelo clube há 4 anos

Crédito da foto: Rubens Chiri | Saopaulofc.net

Há exatos 4 anos, a despedida do meia-atacante Lucas do São Paulo foi marcada por gol, assistência, título e sangue na final da Copa Sul-Americana contra o Clube Atlético Tigre, da Argentina.

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Acompanhado de 67 mil torcedores no Morumbi, o tricolor paulista encerrou não só o jejum de quatro anos sem levantar um troféu, como também o primeiro ciclo de Lucas no clube. Após uma passagem de 7 anos desde a base pelo São Paulo, o jogador foi vendido para o clube francês Paris Saint Germain – sendo a terceira transferência mais cara da história do futebol brasileiro.

A despedida foi coroada por uma atuação decisiva do camisa 7, que marcou o primeiro gol do jogo e deu a assistência para o segundo, anotado por Osvaldo. A participação da revelação tricolor também foi marcada pela perseguição da defesa argentina, a ponto de ter que deixar o gramado sangrando no final do primeiro tempo.

Logo após ser atingindo pelo lateral-esquerdo Orban, o atacante do São Paulo ofereceu ao argentino, de forma irônica, o chumaço de algodão que estancava o sangramento de seu nariz, gerando uma confusão generalizada. Os jogadores do Tigre chegaram a tentar invadir o vestiário são-paulino e entraram em confronto com a Polícia Militar.

Durante o intervalo da partida, os argentinos acusaram a PM de tê-los ameaçado no vestiário com armas de fogo, se recusando a voltar para o segundo tempo. Após 30 minutos esperando o retorno do Tigre à campo, os árbitros decidiram encerrar a partida dando o título ao São Paulo, que venceu a competição de forma invicta.

Crédito da Foto: Rubens Chiri | Saopaulofc.net
Crédito da Foto: Rubens Chiri | Saopaulofc.net

Depois de decretado o fim da partida com uma confusão que até hoje não foi esclarecida, Lucas pôde comemorar o seu primeiro título com a camisa do São Paulo diante de uma despedida digna de homenagens na arquibancada e dentro de campo pelo capitão tricolor. Para o delírio da torcida, o goleiro Rogério Ceni concedeu a tarja de capitão para que o atacante levantasse o troféu e se consagrasse ídolo com apenas 20 anos de idade.

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