Despertar de um Gigante: entenda como a Crefisa fez Palmeiras renascer das cinzas

Palmeiras
Crédito de imagem: Reprodução/Facebook

Leila Pereira, dona da Crefisa (e diretora-executiva da FAM), irá concorrer ao cargo no Conselho Deliberativo do Palmeiras em 2017. A empresária nunca escondeu o desejo de auxiliar o clube também na área política e muito se fala que, em breve, ela poderá se tornar a presidente do Verdão. Para isso, precisa cumprir os mandatos obrigatórios como conselheira, assim como foi com Maurício Galiotte, Paulo Nobre e os demais mandatários.

Em reunião realizada no clube, nos últimos dias, Leila contou como nasceu a ideia de patrocinar o Palmeiras. Para começar, a empresária se recusa a dizer que a Crefisa é o principal “patrocinador”, e sim é o “parceiro” do time do coração do marido, o também empresário José Roberto Lamacchia.

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A ideia da parceria, bem-sucedida até aqui nos dois primeiros anos, nasceu no fim de 2014 quando o clube escapou do rebaixamento no Campeonato Brasileiro. “Falei: ‘Beto, por que nós não patrocinamos o Palmeiras? Vamos ajudar o Palmeiras, para ele voltar a ser forte.'” Após hesitação inicial do marido, a esposa tomou a frente e decidiu pela união.

“É a primeira vez na história, eu acho, do futebol internacional que um patrocinador se prontifica a ajudar seu clube, a ir atrás de um clube”, destacou Leila no encontro com conselheiros do Palmeiras, em que apresentou seu projeto para poder entrar para o grupo já na próxima temporada.

VALORES ASTRONÔMICOS

Em 2015, Crefisa e Palmeiras assinaram um contrato de R$ 23 milhões anuais. No começo deste ano, após o título da Copa do Brasil, ambas as partes renovaram o vínculo com as cifras chegando a R$ 66 milhões, o mais alto valor pago por um patrocinador, ou “parceira” na visão de Leila, na história do futebol brasileiro.

Em 2017, já se fala em um valor próximo a R$ 80 milhões para o clube. Isso sem contar que a empresa também pode bancar a contratação de reforços de peso, assim como presenteou o Verdão em 2015 com Lucas Barrios, e a aquisição dos direitos econômicos do zagueiro Vitor Hugo e do volante Thiago Santos. Na Academia de Futebol, a Crefisa também ajudou na reforma das estruturas internas.

Leila fez questão de lembrar que houve propostas de outros clubes antes de fechar com o Palmeiras, mas a dona da Crefisa foi irredutível: o amor vem em primeiro lugar. “Fiz isso pelo amor ao Palmeiras. O amor do meu marido pelo clube. Nós queremos o Palmeiras forte, não somente no futebol, mas também administrativamente”, argumentou a empresária.

Ela garante que não medirá esforços para ajudar o Palmeiras também na área administrativa. “Espero contar com o voto de vocês para tornar o Palmeiras ainda mais gigante. Nosso gigante estava adormecido, e nós acordamos esse gigante. Ele está vivo! E podem ter certeza que, com a ajuda de vocês, vou tentar fazer do Palmeiras ainda mais forte. Pelo meu amor ao clube, do meu marido e de todos vocês”, prometeu.

Confira o vídeo publicado na íntegra pela página Palmeiras Online:



Esportista de hobby, mas jornalista de profissão. Trabalhou como repórter do O Estado de S. Paulo, Revista TÊNIS. Tênis Virtual e CurtaTÊNIS em coberturas nacionais e internacionais de grandes eventos.