Veja o que a imprensa disse sobre o empate do Corinthians contra o Atlético-PR

Daniel Augusto Jr. / Ag. Corinthians

Corinthians e Atlético-PR não saíram do 0 a 0 na partida da noite de sábado (26), em Itaquera. Os torcedores presentes na Arena viram o Timão desperdiçar a chance de entrar no G6 e de depender apenas de si para conquistar uma vaga na Libertadores de 2017. Veja o que a imprensa disse sobre o jogo:

O Lance! classificou o último jogo em casa do Corinthians como “melancólico”, ainda que o Timão tenha controlado a partida e pecado na objetividade. O jornal criticou os erros de finalização da equipe, principalmente com Cristian e Rodriguinho – que acertou a trave – e foi eleito o melhor em campo.

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Curiosamente, o UOL também usou a “melancolia” para expressar o sentimento do jogo. O “Corinthians conseguiu recuperar parte de seu padrão de jogo e foi superior diante do Atlético-PR, mas não transformou o domínio em oportunidades claras e, principalmente, gols”, escreveu o portal.

Para a ESPN, o Timão foi mais ofensivo na primeira etapa, principalmente com a tentativa de Rodriguinho, que explodiu na trave. O site descreve outras oportunidades de marcar o gol, faltando o capricho na finalização.

O GloboEsporte.com crê que o Corinthians fez uma boa atuação, “faltando só o gol” para coroar a atuação alvinegra. “Dominante, o Timão teve mais posse de bola (59%), maior volume de jogo e finalizou incríveis 20 vezes, sendo seis com perigo. Rodriguinho, com um chute na trave, quase fez. Defensivamente, poucos riscos corridos”, pontua. O portal ainda destaca o número de escanteios, 13, e encerra com um sentimento comum ao torcedor: “Para o corintiano, o ano está demorando para acabar…”

A Gazeta do Povo, do Paraná, creditou o bom empate do Furacão à sua solidez defensiva. Pra o jornal, o craque da partida foi o zagueiro Thiago Heleno, que “sempre bem posicionado, foi o grande pilar defensivo do Atlético. Esteve impecável nos desarmes e exerceu liderança sobre o time atleticano”. O jornal também destaca o lateral Leo, que “foi responsável por algumas das poucas chances criadas pelo Atlético. Voluntarioso, Léo foi perigoso nas idas à linha de fundo e demonstrou segurança na defesa”, finaliza.



Mídias Sociais da AS Roma Brasil, MBA em Gestão Estratégica de Negócios, blogueiro desde 2007 e radialista amador. Escreve sobre futebol italiano, automobilismo e o que aparecer, mas gosta mesmo é de contar boas histórias