Opinião: Fluminense, o time de “guerreiros” e se transformou em time “sem vergonha”

Fluminense
Crédito de imagem: Nelson Perez/ Fluminense FC

Em primeiro lugar eu quero esclarecer que sou contra as expressões ” time de guerreiros e time sem vergonha “.

Na tarde dessa terça-feira (15 de novembro), Fluminense e Atlético-PR se enfrentaram no maracanã pela 35a rodada do campeonato brasileiro. A partida terminou empatada (1 a 1). O resultado foi péssimo para o Fluminense que ficou mais distante de uma vaga na Copa Libertadores de 2017.
A torcida foi convocada e compareceu ao maracanã. A redução no preço do ingresso para R$ 20,00, a estreia do técnico interino Marcâo e a esperança de entrar ou se aproximar do G6, foram alguns motivos para que 39.877 torcedores pagassem o ingresso. O público total foi 43.691 torcedores.
A esperança de ver uma equipe diferente deu lugar a frustração e a revolta.
O Fluminense fez uma péssima partida. Desorganizado , sem padrão tático , linhas espaçadas , defesa batendo cabeça , meio campo que não consegue criar, ataque ineficiente ,  acovardado, parecia um bando em campo, apático e sem poder de reação.
A montagem do elenco para a temporada 2016 teve vários equívocos . O elenco do Fluminense é hororoso, medonho e muito fraco tecnicamente. Para compensar a falta de qualidade técnica, a equipe, em algumas partidas, apresenta vontade, disposição , garra, raça . ……Esses componentes são importantes mas o futebol exige algo mais. O futebol exige técnica, capacidade, organização tática.
Quando nós observamos o elenco do Fluminense fica mais do que claro que a equipe tem um monte de jogadores sem condições de vestir a camisa do Fluminense.
Na partida de ontem, o Fluminense entrou em campo com a seguinte formação : Julio Cesar; Wellington Silva, Gum, Henrique , William Matheus; Pierre, Edson, Marquinho, Gustavo Scarpa, Cícero ; Wellington. O técnico interino Marcâo tinha no banco de reservas Marcos Felipe, Ygor Nogueira, Giovanni, Dudu, Cláudio Aquino, Danilinho, Henrique Dourado, Marcos Junior, Magno Alves, Richarlison, Douglas e Osvaldo.
Sem querer entrar no assunto referente as eleições que ocorrerão no Fluminense, independente de quem for eleito, o novo presidente vai ter muito trabalho para montar um elenco forte e competitivo, contratar um técnico que tenha capacidade e credibilidade com os dirigentes e torcedores e trabalhar com o orçamento disponível.