Arce relembra Grêmio e explica ‘não’ ao Palmeiras

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Francisco Javier Arce, paraguaio que marcou época com a camisa 2 de Grêmio e Palmeiras, é hoje técnico da seleção paraguaia nas Eliminatórias para Copa do Mundo, mas não esquece os dois clubes que defendeu no Brasil.

“Os três anos do Grêmio foram muito intensos, porque a força era do grupo, a unidade, a facilidade que o Luiz Felipe (Scolari) tinha de agrupar todo mundo para a gente se entender, brigar pelo coletivo. Era o único jeito que tínhamos de competir com forças maiores como Cruzeiro, Palmeiras e Flamengo, que tinha naquela época o ataque dos sonhos. Naquela final, empatamos em Porto Alegre e já saímos com aquela ideia: ‘Será que não vai ganhar de novo?’ – nós perdemos a final em 1995 para o Corinthians”, relembra Arce, em entrevista a ESPN, sobre a final da Copa do Brasil de 1997, vencida pelo tricolor gaúcho.

Em 2014, Arce teve a oportunidade de voltar ao Palmeiras, mas no banco de reservas:

“Em maio de 2014 depois da saída de Gilson Kleina, antes da chegada do Ricardo Gareca. Falei com Omar Feitosa. Ele ligou, falei com o vice-presidente, mas eu tinha mais um ano e meio com o Cerro – renovei seis meses antes depois do título invicto -, comuniquei ao diretor de futebol daqui, e no dia seguinte agradeci o convite, para não deixar de cumprir uma obrigação. Três meses depois, me mandaram embora.”, revelou o ex- lateral direito.