5 armas que o Atlético-MG tem para ser campeão da Copa do Brasil

Foto: Divulgação/ Site Oficial do Atlético-MG - Fotógrafo: Bruno Cantini

O Atlético-MG chega a mais uma final de Copa do Brasil em 2 anos. Após muita incerteza, principalmente pelo rendimento que o clube apresentou no torneio, a equipe mineira conseguiu vencer as desavenças e se classificar para a finalíssima. Alguns fatores foram de suma importância para sua classificação. Veja as 5 armas que o Galo tem para ser campeão da Copa do Brasil.

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1) FATOR CASA

O Mineirão é considerado o “Salão de Festas” do Galo pelo torcedor. Nada mais justo que inclui-lo como uma das armas do clube mineiro para conseguir o bi na Copa do Brasil. Os principais títulos da equipe nesta década foram conquistados no Gigante da Pampulha. Tanto a Libertadores em 2013, quanto a primeira Copa do Brasil, em 2014.

  • GALO NO NOVO MINEIRÃO

11 partidas disputadas em 2016 (2 como visitante)

6 vitórias (Villa Nova, pelo Estadual, Melgar, pela Libertadores, Corinthians, Botafogo e América-MG, pelo Brasileirão, e Juventude, pela Copa do Brasil)

4 empates (América-MG, na final do Mineiro, Cruzeiro e Flamengo, pelo Campeonato Brasileiro, e Ponte Preta, na Copa do Brasil)

1 derrota (Flamengo, pela Primeira Liga)


2) JOGADORES OFENSIVOS

Se a defesa atleticana é alvo constante de críticas pela inconsistência tática, não dá para dizer o mesmo da parte ofensiva da equipe. São dois estrangeiros muito habilidosos (Cazares e Otero), e dois atacantes conhecidos no Brasil pela habilidade e faro de gols (Robinho e Fred, respectivamente). Além, é claro, do goleador Lucas Pratto, e de Luan, que está voltando de lesão.

  • Cazares – 38 partidas pelo Galo: 9 gols; Copa do Brasil 2016: 5 jogos, nenhum gol.
  • Otero – 18 partidas pelo Galo: 3 gols; Copa do Brasil 2016: 5 jogos, 1 gol.
  • Robinho – 53 partidas pelo Galo: 25 gols; Copa do Brasil 2016: 6 jogos, 3 gols.
  • Fred – 27 partidas pelo Galo: 12 gols; Copa do Brasil 2016: não pode jogar por já ter entrado em campo pelo Fluminense.
  • Lucas Pratto – 98 partidas pelo Galo: 41 gols; Copa do Brasil 2016: 6 jogos, 4 gols.
  • Luan – 163 partidas pelo Galo: 36 gols; Copa do Brasil 2016: 2 jogos, nenhum gol.

3) MARCELO OLIVERA

O início da temporada para o Atlético-MG não foi dos melhores, consequentemente o treinador na ocasião, Diego Aguirre, foi demitido. No seu lugar chegou Marcelo Oliveira que não só tirou o time da luta na parte debaixo da tabela, como deu ao atleticano, durante alguma parte da temporada, esperança na conquista do Brasileiro. Na Copa do Brasil, o treinador conseguiu levar o time até a final se mostrando como o melhor técnico da competição na década. São 5 finais em 6 anos (2 pelo Coritiba, 1 pelo Cruzeiro, 1 pelo Palmeiras e 1 pelo Atlético), conquistando dois títulos.

  • 41 jogos: 18 vitórias, 14 empates, 9 derrotas – 67 gols marcados, 55 gols sofridos.

4) EXPERIÊNCIA 

Se alguns times chegam à finais por contar com jogadores joviais, o Atlético-MG é diferente. A experiência é também uma das principais armas do time nesta Copa do Brasil.

DEFESA

  • Victor (goleiro): 33 anos – participou da primeira conquista
  • Leonardo Silva (zagueiro, capitão): 37 anos – participou da primeira conquista
  • Frickson Erazo (zagueiro): 28 anos – não participou
  • Marcos Rocha (lateral-direito): 27 anos – participou da primeira conquista
  • Fábio Santos (lateral-esquerdo): 31 anos – não participou

MEIO-CAMPO

  • Rafael Carioca (volante): 27 anos – participou da primeira conquista
  • Leandro Donizete (volante): 34 anos – participou da primeira conquista
  • Júnior Urso (volante): 27 anos – não participou
  • Maicosuel (meio-campo): 30 anos – participou da primeira conquista

ATAQUE

  • Robinho (atacante): 32 anos – não participou
  • Lucas Pratto (atacante): 28 anos – não participou
  • Fred (atacante): 33 anos – não participou

5) TORCIDA

Não basta apenas ter o fator casa para se ter uma arma como mandante se não tem uma torcida inflamada empurrando o time. A torcida atleticana é uma das mais fanáticas do Brasil e a prova disso são os números. O recorde de público pagante do Mineirão é do Atlético-MG, e foi conquistado na vitória do Galo sobre o Olimpia na final da Libertadores.

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