James Quinn, advogado de Georges St-Pierre, diz que UFC executa uma forma de escravidão

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James Quinn representa o lutador Georges St-Pierre, o qual surpreendeu a todos na última segunda-feira, (17 de outubro de 2016) ao anunciar que não possui mais contrato com o UFC. O advogado, deu entrevista para o site MMA Figthing, onde criticou com veemência a organização.

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Quinn, que tem experiência em processos contra organizações como a NBA e NFL, afirmou que já realizara um monte de trabalhos no esporte, e que ficou chocado com a forma pela qual o UFC restringe direitos de seus atletas.
O advogado afirmou que o UFC amarra contratualmente seus atletas, de tal forma que acaba ficando com todos os direitos e licenciamentos dos contratados. Algo que vê Como inédito e, ao mesmo tempo, retrógrado, pois esse tipo de compactuação era rotineira na décade de 1940.
Ainda em sua explanação, Quinn afirma que cláusulas contratuais como as que existem nos contratos não podem prevalecer no mundo atual, pois tratar-se-ia de uma “bela forma de escravidão”.

Embora tenha ocorrido o anúncio de GSP, a organização afirmou que ainda tem contrato com o lutador e que a Zuffa, dona da organização, pretende cumprir o acordo com o lutador canadense.
Mesmo assim, Quinn mantém a versão de seu representado, afirmando que – mesmo após ter sido notificada sobre a vontade de GSP em lutar – a organização quedou-se silente no prazo de 10 dias, não exercendo sua obrigação contratual, de modo que, o contrato estaria sim, rescindido.

Aurelio Mendes – @amon78