Segundo ex-prefeito, Conmebol levou US$ 1 mi por final da Copa América 2007

Reprodução: Facebook da Conmenbol

Nesta semana, a Conmebol foi alvo de mais uma denúncia de corrupção, desda vez é em relação à Copa América de 2007, neste ano, o Brasil se sagrou campeão em cima da Argentina, vencendo a final por 3×0.

LEIA MAIS:
CONMEBOL: FINAL DA LIBERTADORES CONTINUARÁ SENDO EM JOGOS DE IDA E VOLTA

O ex-prefeito da cidade onde foi disputada a final, Giancarlo Di Martino, afirmou que pagou a Conmebol US$ 1 milhão para a decisão ser em sua cidade, quem comandou as negociações segundo Di Martino, foi Eugenio Figueiredo, Vice-Presidente da entidade na época, também estavam envolvidos em toda a negociação estavam Rafael Esquivel, presidente desde 1988 da Federação Venezuelana, e também Joseph Blatter ex-mandatário da CBF e Ricardo teixeira, os dois últimos foram presos este ano em Zurique, sendo acusados de corrupção pelo FBI.

Eu consegui o dinheiro com vários empresários. Porque uma instituição pública como a prefeitura (de Maracaibo) não trabalha com dólares, mas alguns amigos tinham o suficiente para negociarmos e dizer a eles: queremos a final em Maracaibo. Quanto vocês querem? Eles responderam: “Queremos 1 milhão de dólares” – Disse o ex-prefeito da cidade, ele ainda afirmou ter um dia para ter o dinheiro

“Fizemos muita gente feliz. Fizemos história e eu não ia permitir que ninguém nos tirasse a final. Para tê-la, se tivéssemos que falar com o diabo, íamos falar com o diabo” Afirmou o mandatário que afirmou que tinham o apoio do presidente da Venezuela, Hugo Chávez.

O Atual presidente da Conmenbol na intenção de ter uma “renovação” na entidade, afirmou que irão investigar esta denúncia a fundo, “Condeno energicamente a corrupção do passado que tantos danos fez ao futebol sul-americano. Dentro do nosso compromisso em esclarecer as contas e fazer justiça, ordenei investigar a fundo estas graves denúncias. Este exercício se levará dentro da investigação interna e auditoria que temos feito desde maio com assessoria, auditores e advogados especializados em combate à corrupção.”