Agora com Gabriel Jesus, Palmeiras mantém tradição de ter representante nos principais títulos do Brasil

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Já virou tradição: nos maiores títulos da seleção brasileira de futebol, o Palmeiras sempre tem representantes no elenco campeão com a camisa canarinho. Neste sábado, Gabriel Jesus fez parte do elenco comandado por Rogério Micale que finalmente chegou à inédita medalha de ouro. O atacante foi titular em todas as partidas do Brasil ao longo dos Jogos Olímpicos Rio 2016, e terminou a competição como artilheiro da equipe com três gols.

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A medalha de Gabriel foi o primeiro ouro de um atleta do Palmeiras na história dos Jogos Olímpicos – o clube possui ainda outras 12 medalhas de bronze. As últimas haviam sido conquistadas em Atlanta-EUA (1996), pelo judoca Henrique Guimarães (único medalhista em esportes individuais) e por Amaral, Rivaldo, Luizão e Flavio Conceição no futebol masculino. Os outros sete bronzes vieram do basquete, nos Jogos de Roma (1960), com Rosa Branca, Edson Bispo, Mosquito e Jatyr Schall, e de Tóquio (1964), com Victor Mirshawka, Edson Bispo e Jatyr Schall.

O Palmeiras esteve presente em todas as grandes conquistas da Seleção Brasileira, seja em Jogos Olímpicos ou Copas do Mundo. A tradição teve início na Copa de 1958, na Suécia, quando Mazzola ajudou o Brasil a tornar-se campeão do mundo pela primeira vez.

Quatro anos depois, no Chile, Djalma Santos, Zequinha e Vavá integraram a delegação nacional. Já no México, em 1970, Leão e Baldocchi fizeram parte de uma das melhores gerações do Brasil. Em 1994, nos Estados Unidos, Zinho e Mazinho foram titulares no tetracampeonato do Brasil em Copas, enquanto na Copa do Japão e da Coreia do Sul, em 2002, São Marcos brilhou e tornou-se ídolo nacional ao conquistar o penta.

O Palmeiras deveria ter mais um representante no elenco comandado por Micale, já que Fernando Prass era o camisa 1 e o mais experiente do grupo canarinho. Entretanto uma fratura no cotovelo fez a comissão técnica cortá-lo, e chamar de última hora o goleiro Wéverton, do Atlético-PR.



Esportista de hobby, mas jornalista de profissão. Trabalhou como repórter do O Estado de S. Paulo, Revista TÊNIS. Tênis Virtual e CurtaTÊNIS em coberturas nacionais e internacionais de grandes eventos.