Cinco momentos do tênis masculino que ficaram marcados durante os Jogos Olímpicos de 2016

Créditos da Foto: Reprodução/ Twitter oficial de Juan Martin del Potro

Nesta edição dos Jogos Olímpicos, o tênis foi uma das modalidades que mais agradou os torcedores. De lances bizarros a viradas incríveis, os brasileiros puderam acompanhar momentos marcantes durantes a briga pela medalha de ouro.

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O Torcedores.com separou cinco momentos que, provavelmente, fizeram você se emocionar e gostar ainda mais deste esporte tão simpático. Confira.

Lágrimas do número um:

Considerado um dos melhores tenistas de todos os tempos, o sérvio Novak Djokovic costuma a empolgar os torcedores com grandes jogadas e títulos. Mas no último dia 7 foi uma derrota que fez a torcida delirar. Após ser eliminado por Juan Martín del Potro em um jogaço, o número 1 do mundo saiu de quadra aos prantos e viu os brasileiros aclamarem seu nome e o aplaudirem de pé. Um dos jogadores mais carismáticos do mundo, Djoko conquistou (ainda mais) os brasileiros com sua entrega e vontade de levar o ouro pra casa. “Estou triste mas ao mesmo tempo feliz. Sou de outro país, mas me senti como se fosse brasileiro. Nunca vou esquecer disso”, disse Djokovic em entrevista.

A raça de Del Potro:

Após passar por diversas cirurgias e por um longo período de recuperação fora das quadras, ao argentino Del Potro não era um dos mais cotados para ganhar o ouro no Rio de Janeiro. Mas é um erro duvidar de um jogador deste calibre. Antes de ser eliminado por Murray, na final, derrotou gigantes como Novak Djokovic e Rafael Nadal, apesar de suas limitações. O gigante fez bonito, surpreendeu. Em determinado momento, beijou o solo brasileiro onde estavam estampados os aros olímpicos, como se dissesse: “Muito obrigado!”. O “hermano” ficou com a prata, mas foi o campeão moral do torneio.

Thomaz Bellucci e o calor da torcida:

Principal tenista brasileiro em atividade, o paulista Thomaz Bellucci provou que tem potencial para alçar novos voos. Mesmo sendo conhecido como um jogador irregular, Bellucci conseguiu eliminar competidores de peso jogando nas quadras do Rio de Janeiro. E a cada vitória, a torcida brasileira torcia mais e mais por ele, o que o matinha confiante. Isso ficou evidente após jogar tênis “padrão FIFA” no primeiro set do confronto contra Rafael Nadal. Mas, apesar da derrota neste duelo de “superações”, Bellucci cresceu muito no conceito dos brasileiros.

O sangue quente de Nadal:

Determinação, raça e persistência. Estas palavras definem o espanhol Rafael Nadal. Após ficar de fora do torneio de Wimbledon, no mês passado, resolveu preservar-se para as Olimpíadas, e realmente deu tudo de si na competição. Com muitas dores, principalmente em seu punho, jogou cada jogo como se fosse uma decisão. Mostrou-se o que tem o sangue espanhol. A cada jogo que passava Nadal se superava. Ele, que carregou a bandeira espanhola na cerimonia de abertura, no Maracanã, e que não ganhou nem $1,00 para vir a Rio, mostrou porque é um dos maiores de todos os tempos.

Novamente Andy Murray:

Passados quatro anos desde o seu primeiro ouro, Andy Murray alcançou novamente o lugar mais alto no pódio dos Jogos Olímpicos. O britânico, que venceu del Potro após quatro horas de partida, mostrou o que é amar o esporte. Com sua raça e amor a camisa habituais, evidenciou sua boa fase e que, em muitas vezes, a simplicidade é o caminho. “Estou muito orgulhoso. Eu não jogo tênis por dinheiro, jogo tênis porque eu o amo. Foi por isso que eu entrei nesse esporte. Ganhar medalhas de ouro e os maiores torneios é incrível. Significa muito para mim ganhar aqui”, disse o esportista após o título.



Apaixonado por esportes, Gabriel Lanza cursa Jornalismo na Unoeste (Universidade do Oeste Paulista). Aos 21 anos, soma passagens por veículos como 98 FM, Web Rádio Facopp, Portal Facopp, Coordenadoria Municipal da Juventude e PCI Concursos. Após o termino de sua Graduação, no fim de 2017, o prudentino dará início a sua Pós-Graduação.