Fernando Prass comenta sobre Palmeiras, Rio 2016 e o fim do Bom Senso FC

Crédito da foto: Joe Nunes/Torcedores.com

 

Na última quarta-feira (13), o camisa um do Palmeiras,Fernando Prass, participou de um encontro com torcedores Palestrinos em um evento organizado pelo seu patrocinador, em um shopping na zona oeste de São Paulo.

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“São em oportunidades como essa, no nosso dia a dia ou até quando jogamos fora de São Paulo em que podemos perceber o carinho que nosso torcedor tem pela gente”, comentou. O ídolo posava para fotos e distribuía autógrafos para cerca de 100 aficionados pela equipe alviverde.

Prass, que recentemente foi convocado para defender as cores do Brasil nos Jogos Olímpicos, conversou com alguns repórteres, em entrevista coletiva, e falou sobre Palmeiras, Rio 2016 e o fim do Bom Senso FC, que depois de três anos chegou ao fim e cobrou o surgimento de novas lideranças no esporte.

Cerca de cem torcedores foram ao evento do goleiro Fernando Prass
Cerca de cem torcedores foram ao evento do goleiro Fernando Prass

“Alguns jogadores pararam e foram para outras funções. Isso muda a maneira como as coisas são conduzidas. O Bom Senso FC vai continuar com sua estrutura administrativa, que faz o trabalho nos bastidores e vai abrir espaço para outras lideranças” – analisou o jogador.

O arqueiro alviverde será desfalque para o Palmeiras em seis rodadas do Campeonato Brasileiro, caso o Brasil chegue até a disputa do ouro olímpico.Fernando Prass reforçou a importância do apoio do torcedor para o goleiro Vagner, que será seu substituto durante esse período.

“Ele (Vagner) tem 26 anos, já participou de muitos jogos e não dá para dizer que é um garoto. Foi campeão paulista pelo Ituano e jogou a Primeira Divisão pelo Avaí. Agora, vai passar por um processo natural de amadurecimento com os jogos, porque o treino é uma coisa e a competição é outra”, finalizou.

Sabendo da responsabilidade que vai ser disputar as Olimpíadas jogando em casa, o goleiro falou sobre pressão em cima dos atletas: ‘’A Olimpíada por si só, já que o Brasil não tem essa medalha já é grande, jogando em casa ainda e depois do que aconteceu na Copa com certeza a pressão é sim muito grande. Mas um cara que está com vontade de defender a seleção brasileira, tem que ter consciência disso ’’.