Casagrande conta qual o único jogo que gostaria de ter jogado pelo Timão após aposentadoria

Crédito da foto: Reprodução/Youtube do Corinthians

Casagrande está numa tour de lançamento do livro “Casagrande & Sócrates – Uma história de Amor” e concedeu entrevista emocionante ao canal do Corinthians no youtube. O ex-atacante do Timão, e, hoje, comentarista da Globo, destaca o período marcante da democracia corintiana, jogos importantes ao lado de Magrão (apelido de Sócrates) e o dia que sentiu vontade de vestir novamente a camisa do Timão.

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Após longos e doloridos anos de batalha para conquistar a América, o Corinthians, comandado por Tite, em 2012, fez campanha invicta na Taça Libertadores e conquistou o título inédito na história do clube. Casão conta que gostaria de ter jogado à final. “Desde que parei, eu nunca senti vontade de jogar futebol. Não sinto até hoje. Mas aquela final da Libertadores entre Corinthians e Boca [Juniors], vendo o estádio lotado, me deu uma grande vontade de fazer parte daquele jogo. A única vez. Eu fiquei muito emocionado com a vitória da Libertadores”, contou.

A vitória garantiu ao Timão uma vaga na semifinal do Mundial de Clubes, em dezembro de 2012, e Casagrande viajou para comentar as partidas pela emissora carioca. O encontro com vários torcedores corintianos que deixaram o Brasil para ver o time do outro lado do mundo, no Japão, o deixou emocionado. “Quando fomos ao Japão, nós fizemos escala em Dohan (no Qatar). Cheguei em Dohan e só tinha corintiano. Uma coisa louca aquele bando de corintiano do outro lado do mundo. Cheguei em Tókio, só tinha corintiano. Em todo lugar tinha corintiano. Tókio, Yokohama e Nagoya parecia São Paulo. No dia do jogo [contra o Chelsea], indo para o estádio, você só via corintiano. Parecia que estava indo para o Pacaembu. Quando vi no campo aquela torcida foi impressionante. Eu fiquei emocionado, imagina os jogadores”, lembrou Casão.

Sem medo de críticas, o ex-jogador que atua na função de comentarista na Globo não esconde que torceu para o Corinthians na final contra o Chelsea. “Tem uma frase clássica do Galvão que ele fala que quando algum time brasileiro vai jogar algum jogo importante no exterior é o Brasil. Ele diz:”agora o Palmeiras é o Brasil na Libertadores, São Paulo é o Brasil na Libertadores, o Santos é o Brasil na Libertadores, o Corinthians é”… e falei pra ele “se você falar que é o Brasil na final, eu posso torcer”. Então, fiquei à vontade. Foi o dia que torci. Torci contra o Boca também, mas foi contido. No jogo Corinthians e Chelsea, eu comentei torcendo. Não tive preocupação alguma. Foi sem constrangimento. Deixei claro que estava torcendo para o Corinthians.

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Jornalista com passagens pelo Portal R7, Jornal do Trem, Impacto Comunicação, Dialoog Comunicação e Comunicale.