De 1 a 11: o melhor Palmeiras que vi jogar

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Nasci em 1989, e acompanho futebol desde 1996, mesmo sem entender muito naquela época, mas presenciando um devastador ataque de mais de 100 gols no Paulistão daquele ano.

Desde então presenciei bons times nos próximos anos, destacando, claro, a equipe campeã da Libertadores em 1999.

Escalar os 11 melhores que vi jogar não é algo fácil, uma vez que deixei de fora gênios como Zinho e Djalminha por exemplo.

O esquema escolhido foi o 4-3-3, com destaque para a ofensividade da equipe, com 2 meias armadores da maior qualidade.

Eis os titulares:

Goleiro

Sem dúvida alguma o goleiro é o Marcos (camisa 1 ou 12 se ele preferir), aquele que vi aproveitar uma oportunidade única em 1999 no lugar de Velloso e foi um dos grandes responsáveis pelo título, principalmente nas quartas de final, contra o Corinthians.

Defensores

Na lateral direita temos o exímio cobrador de faltas e pênaltis, Arce. O melhor lateral que vi jogar no Palmeiras. Do outro lado temos Junior, como camisa 6, sempre eficiente no apoio e demonstrando enorme regularidade nas partidas.

No miolo da zaga a dupla Cléber e Roque Júnior, outros dois remanescentes da equipe campeã em 1999, sendo que o “Clebão” conquistou quase tudo pelo Palmeiras, e Roque Júnior era um jovem zagueiro com muita personalidade, que demonstrava boa técnica, segurança na defesa e frieza em cobranças de penalidades.

Meio campistas

O trio que ocupa o setor da minha equipe é composto pelo sempre tranquilo e eficiente César Sampaio, volante com um posicionamento dentro de campo. Junto com ele a dupla de armadores, Rivaldo e Alex.

O primeiro fez parte da geração do início da década de 90, e pude acompanhar apenas a reta final do jogador com a camisa do Palmeiras. O segundo vi todo tipo de atuação, gol, assistência e muito mais. Era um armador clássico, com uma visão de jogo aliada de uma precisão extremamente apurada. A camisa 10 é dele.

Atacantes

Meu esquema ofensivo foi montado com o trio dos apelidos de artilheiros. Evair no comando do ataque, vestindo a camisa 9 e demonstrando a frieza que um “Matador” tem de possuir, sendo ajudado pelo Animal, Edmundo, e o Diabo Loiro, Paulo Nunes.

Presenciei esses 3 atacantes infernizarem todas as defesas do Brasil e da América do Sul.

Técnico

Como não poderia ser diferente, Luis Felipe Scolari, técnico que nos ajudou com a Libertadores (1999), Mercosul (1998), Copa do Brasil (1998 e 2012) e um Torneio Rio-São Paulo (2000).

Felipão tinha sempre seus grupos na mão.

 

Concorda com minha equipe palmeirense?