De 1 a 11: o melhor Palmeiras que vi jogar

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Crédito de imagem: Reprodução / Site oficial do Palmeiras

Nasci em 1997 e, desde então, aprendi a gostar de futebol. Incentivado pelo meu pai, me tornei palmeirense. Em casa, minha família guarda filmagens de quando eu, ainda pequeno, jogava bola na garagem. Gostava de gritar “Paulo Nunes” depois de chutar e, claro, queria imitar o Marcos em suas defesas.

Apesar de ter nascido em uma década de ouro para o Verdão, minhas primeiras lembranças reais são de uma época sem títulos e com poucos craques. Fui ao estádio pela primeira vez em um clássico contra o Santos, em 2005. A partir daí, comecei a acompanhar todos os jogos e entender mais sobre futebol.

Escalar o meu Palmeiras ideal não foi uma tarefa fácil. Por falta de opções, montei a equipe em um ofensivo 3-4-3. Apesar disso, acredito que seria um belo time.

Goleiro

Não tinha como ser diferente. Todos os palmeirenses da minha idade, e até alguns rivais, já gritaram “Maaarcooos” ao fazer qualquer tipo de defesa. É, sem dúvida, o maior ídolo da minha geração.

Zagueiros

Henrique, que venceu o Campeonato Paulista, Copa do Brasil, e ainda disputou a Série B de 2013, comandaria a zaga. Danilo, titular na Libertadores de 2009, e Vitor Hugo, atual camisa 4 do Verdão, completariam o trio defensivo.

Meio-campistas

A dupla de volantes seria formada por Pierre, “rei” dos desarmes, e Marcos Assunção, capitão no título da Copa do Brasil de 2012. Na armação das jogadas, o polêmico Diego Souza, que viveu grandes momentos no Palestra Itália, teria seu espaço. O chileno Valdivia, mesmo tendo uma relação de amor e ódio com a torcida, não poderia ficar de fora.

Atacantes

Na década de 90, Edmundo fez história no Palmeiras. O Animal voltou ao clube em 2006 e, desse modo, garantiu sua vaga na minha seleção. O argentino Barcos, apesar de ter jogado apenas um ano no Verdão, fez gols decisivos e foi um dos melhores que vi jogar. Para completar o ataque, Kleber Gladiador, sinônimo de raça e gols.

Técnico

Luiz Felipe Scolari foi o técnico palmeirense na conquista da Libertadores de 1999. Contudo, a segunda passagem de Felipão pelo Alviverde, entre 2010 e 2012, não foi das melhores. Mesmo assim, o treinador “tirou leite de pedra” ao conquistar a Copa do Brasil. Por isso, foi escolhido para comandar a minha equipe.



Paulistano, estudante de jornalismo, 19. Foi estagiário do Torcedores.com.