Análise: Roger Carvalho, dispensado no Botafogo e dispensável no Palmeiras

(Foto: Cesar Greco / Fotoarena)
Campeão da Série B do Campeonato Brasileiro com a camisa do Botafogo em 2015, o zagueiro Roger Carvalho chegou ao Palmeiras no começo deste ano sem badalação. O jogador entrava para disputar uma vaga deixada por Jackson, que voltou ao Internacional, mas não conseguiu agarrar a titularidade.
 
Roger chegou para ser reserva, teoricamente, de Edu Dracena. Com a lesão do ex-Santos, Carvalho conquistou a titularidade e fez alguns jogos bons, outros regulares e alguns ruins, mas nada que o deixasse garantido como titular do Palmeiras. Seu melhor jogo foi no clássico diante o Santos, em que “anulou” Ricardo Oliveira no Allianz Parque quando as equipes empataram em zero a zero.
Apesar deste bom jogo no clássico, o que se pode perceber em Roger é uma limitação técnica com a bola nos pés. Velocidade o camisa 13 tem, mas falta um melhor tempo de bola, principalmente para jogadas aéreas (Roger já fez um gol contra de cabeça) e uma regularidade nos jogos. Não adianta fazer uma grande partida contra o Santos e ser um dos piores em campo contra o Água Santa, por exemplo.
Depois de algumas atuações que deixaram a desejar, Roger foi para o banco e viu Thiago Martins virar titular. O jovem se firmou e Roger Carvalho não teve mais chances no Palestra como titular.
Os primeiros cinco meses de Roger não foram ruins como o de Leandro Almeida, por exemplo. Mas também não foi bom como o de Thiago Martins. O jogador continuará sendo uma peça de reposição no banco de reserva, um jogador para elenco, sendo um segundo ou terceiro reserva.



Jornalista formado pela FIAM FAAM. Apaixonado por futebol independente do país ou divisão. Setorista do Inter e esportes olímpicos. Contato: mohamed.nassif12@hotmail.com