Análise: Régis, o Alan Patrick de 2016

Régis
(Foto: Cesar Greco / Fotoarena)

Contratado para ajudar a solucionar os problemas do meio do Palmeiras, Régis é mais um dos jogadores que chegaram em meio ao pacotão de reforços e que quase não tiveram chances. O camisa 30 veio do Sport por empréstimo, quase não foi utilizado no Palestra Italia e já está de saída do clube.

Régis chegou ainda com o treinador Marcelo Oliveira e quase não atuou com a camisa verde. Entrou em campo 4 vezes e nenhuma delas como titular. Régis disputou posição com Robinho e ficou o tempo inteiro no banco de reservas. Nem quando o Verdão usou o time reserva, como contra o Linense, ele teve chance entre os titulares.

Régis deixa o Palestra com uma sensação de que podia apresentar mais, como foi no Sport em 2015 e na Chapecoense em 2014. A grande chance dele foi no clássico contra o Santos no Allianz Parque na partida que terminou empatada sem gols, mas ele não fez nenhuma grande jogada. Cadenciou o jogo trocando passes para os lados, mas nada que se tornasse uma chance de gol para o Verdão.

No Palmeiras, Régis lembrou Alan Patrick. Os dois chegaram e saíram do Palmeiras na mesma época só que Alan Patrick no ano passado. Ambos chegaram como jogadores habilidosos e que fariam a criação de jogadas para o time, mas saem sem deixar saudades por não buscarem jogo e não ajudar o Verdão como esperado.

O jogador tem um acerto encaminhado com o Bahia e deve jogar a Série B. O clube já estava de olho no jogador havia algum tempo. Depois, voltará ao Sport e não tem mais nenhuma ligação com o Palestra Italia. Não teve uma sequência para mostrar seu futebol, mas pelo que demonstrou, será mais um da lista que os palmeirenses não vão querer lembrar.



Jornalista formado pela FIAM FAAM. Apaixonado por futebol independente do país ou divisão. Setorista do Inter e esportes olímpicos. Contato: mohamed.nassif12@hotmail.com