Opinião: o Corinthians foi vítima da injustiça do mata-mata

Gre-Nal
Daniel Augusto Jr/Agência Corinthians

O Nacional do Uruguai merecia eliminar o Corinthians? A noite era de confiança, a torcida vibrava e cantava com a certeza da classificação sobre o Nacional do Uruguai.

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Os corintianos tinham seus motivos para acreditar nisso, e os eram fortes: time com a terceira melhor campanha geral, 13 pontos, 6 vitórias, 13 gols marcados e apenas 4 sofridos. Uma caminhada digna de campeão.

O primeiro jogo no Uruguai foi um empate em 0 a 0, comemorado como uma vitória pelo elenco, confiantes do poder de decisão da Arena Itaquera. Segundo jogo, um empate em 2 a 2, pênalti desperdiçado, briga entre os jogadores, todos os elementos de um autêntico jogo de Libertadores e, no final, a eliminação do time da terceira melhor campanha para apenas o décimo quinto colocado na tabela geral.

Não vamos entrar no mérito de Tite errar em não colocar o Marlone no banco, André desperdiçar um pênalti aos 40 minutos e o gol perdido pelo o Romero no último minuto do jogo. Por que um time com uma campanha pior, consegue eliminar um time com uma melhor campanha sem ganhar dele? O Nacional não merecia tirar os comandados de Tite na Libertadores.

O time uruguaio conseguiu a classificação “apenas” porque marcou dois gols em São Paulo. Como isso poder fazer do Nacional melhor do que o Corinthians? Onde está a “justiça” nisso? Os seis jogos da fase de grupo.

O primeiro jogo no Uruguai foi um empate em 0 a 0, comemorado como uma vitória pelo o elenco, confiantes do poder de decisão da Arena Itaquera. Segundo jogo, um empate em 2 a 2, pênalti desperdiçado, briga entre os jogadores, todos os elementos de um autêntico jogo de Libertadores e no final, a eliminação do time da terceira melhor campanha para apenas o décimo quinto colocado na tabela geral.

Não vamos entrar no mérito de Tite errar em não colocar o Marlone no banco, André desperdiçar um pênalti aos 40 minutos e o gol perdido pelo o Romero no último minuto do jogo. Por que um time com uma campanha pior, consegue eliminar um time com uma melhor campanha sem ganhar dele? O Nacional não merecia tirar os comandados de Tite na Libertadores.

O time uruguaio conseguiu a classificação “apenas” porque marcou dois gols em São Paulo. Como isso poder fazer do Nacional melhor do que o Corinthians? Onde está a “justiça” nisso? Os seis jogos da fase de grupo não valeram de nada e por causa de dois gols tomados em casa, o Timão vai assistir a Libertadores no conforto de seu sofá.

Qual o critério que o torna o gol marcado fora de casa assim tão importante? O tamanho das traves é menor quando se joga fora, o campo é inclinado para um lado? Um gol tem o mesmo valor no Alfredo de Castilho quanto no Estádio Olímpico de Berlim.

Além disso, outra incoerência na fase de mata  mata da Libertadores: oitavas, quartas e semifinais tem como critério o gol marcado fora de casa enquanto na final o que decide o campeão é o saldo de gols. Simples e justo quem marca mais gols, independente se for dentro ou fora de casa, consegue o título.

Claro que isso não é um texto pedindo que os times de melhores campanhas comecem com 3 a 0 no placar e só joguem em casa, mas algumas regras dos torneios com fase mata mata precisam ser revistas para melhorar o futebol e premiar aqueles clubes que conseguem uma campanha melhor durante o campeonato.