4 lições que o Corinthians aprendeu com a vitória sobre o Sport

Crédito da foto: Daniel Augusto Jr / Agência Corinthians

Fora de casa, o Corinthians conseguiu uma importante vitória contra o Sport. O placar de 2 a 0 para os alvinegros foi construído com gols de Lucca e Marquinhos Gabriel. Para a sequência do Brasileirão 2016, o Timão aprendeu algumas valiosas lições na Ilha do Retiro:

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1 – Pontaria faz diferença
Na derrota contra o Vitória, foram 9 chances claras de gols, para apenas 2 convertidas. Contra o Sport, quase no final da partida, eram 3 chances claras ao total, com as mesas 2 convertidas em gol. Colocar o pé na forma e ter mais capricho na hora de finalizar acaba fazendo a diferença. Menos desgaste físico e psicológico, além de balançar e matar o jogo antes que o adversário cresça.

2 – O “9” não faz diferença
Por mais que André e Luciano tenham funções táticas importantes na equipe, puxando a marcação, voltando para recompor ou dando o famoso primeiro combate, é difícil de imaginar que qualquer outro jogador não pudesse fazer o mesmo. A inoperância dos pontas de lança do Corinthians nesse início de Brasileirão começa a abrir uma possibilidade que Tite já usou algumas vezes: e se eles simplesmente não estivessem lá? Jogar sem o 9 pode não fazer tanta diferença assim.

3 – Um maestro é bem-vindo
Nos anos recentes, o torcedor corintiano se acostumou a ter maestros em campo, como Douglas, Alex, Danilo, Renato Augusto/Jadson. Depois do “desmanche chinês”, faltava alguém que pensasse o jogo e soubesse distribuir as jogadas. Não falta mais. Tite deu seu toque de Midas a Guilherme, que tem feito o time jogar sob sua batuta. Hoje, deu passe para o cruzamento de Giovanni Augusto, no lance do primeiro gol, e ainda achou Marquinhos Gabriel várias vezes, antes do ex-santista fazer seu golaço.

4 – A zaga vai bem, mas é bom vasculhar o mercado
Felipe e Vilson tem formado uma dupla de zaga emergencial e, por enquanto, segura – não tem como reclamar deu uma zaga que ainda não foi vazada. Por outro lado, também não dá para negar que Vilson não inspira a menor confiança, sem contar, claro, eventuais suspensões e lesões. Yago deve voltar em breve, mas o passaporte de Felipe já está praticamente carimbado. Uma sondada no mercado para possíveis opções, pelo menos de empréstimo, não faria mal a ninguém.



Mídias Sociais da AS Roma Brasil, MBA em Gestão Estratégica de Negócios, blogueiro desde 2007 e radialista amador. Escreve sobre futebol italiano, automobilismo e o que aparecer, mas gosta mesmo é de contar boas histórias