Troféu Maria Lenk: Etiene ganha índice nos 100 costas

Foto de Satiro Sodré/SSPress

A segunda etapa de eliminatórias do Troféu Maria Lenk, a última seletiva olímpica, pelo menos foi motivos para alívio para alguns, mas no geral a grande maioria resolveu se poupar para as finais de mais tarde.

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Nesta manhã, os 100 costas, tanto feminino quanto masculino foram os destaques. No feminino, Etiene Medeiros (SESI) tirou um peso nas costas ao fazer seu quarto índice olímpico: 1 minuto exato na sua prova mais importante. Após bater duas vezes na trave no OPEN de Palhoça, ela fez um nado seguro para cravar o segundo melhor tempo da história do continente. Das quatro provas as quais a pernambucana tem índice, só é certo que ela não fará os 100 borboleta, que afinal era só para “quebrar o gelo”. O tempo-limite para a final A foram os 1:03.92 da chinesa Yifan Yang e para a B, os 1:05.85 de Isabela Vicente Silva (Corinthians).

Já no masculino, Guilherme Guido ficou a reles 1 centésimo do Recorde Sul-Americano feito em Palhoça, mas com 53.10 é novo RC, o primeiro, aliás, desta jornada. O restante ficou quase devendo: Henrique Rodrigues, Leonardo Guedes, Fábio Santi e Vitor Guaraldo, todos pinheirenses, nadaram abaixo de 55 e podem tentar algo abaixo dos 54.36 mais tarde. O mesmo se pode dizer do pai do ano Daniel Orzechowski (Pinheiros), que não foi bem, tendo que disputar a final B com 55.56, mas isso não é razão para dele se duvidar. O tempo-corte da final A foram os 55.48 de Henrique Handa Machado (Pinheiros/UNLV) e o do B, os 58.02 de Guilherme Rabelo (Iate Clube).

Nos 200 livre deles, nenhuma grande novidade: Nicolas Nilo Oliveira (Minas) foi o mais rápido com 1:46.97 e João de Lucca (Pinheiros/Louisville), com 1:47.77, mantém as suas vagas. Thiago Pereira (Minas/Florida) foi aquém do esperado, com 1:50.92, e não vai à final. Tudo indica que sua vaga voou. O tempo-corte para a final A foi de 1:49.70, de Gabriel Ogawa (Pinheiros) e para B, de 1:51.73, de Leonardo Coelho Santos (Pinheiros).

Nesse lance de vai, não vai, nada, não nada, Jhennifer Alves (Pinheiros) não nadou o que se esperava nos 100 peito delas. Liberada para competir pelo Pinheiros hoje cedo por decisão judicial (quando essa guerra vai parar?), fez 1:09.08, o que não a impede de sonhar com o 1:07.85 do Índice Olímpico. Entretanto, a melhor colocada foi a argentina Macarena Ceballos, com 1:08.73, comprovando que na Argentina, nado peito é coisa séria. O tempo de corte para a Final A foi o 1:10.81 da japonesa Sae Saito e para a B, 1:13.90 de Carolina Bergamaschi (Joinville Natação).

Nos 400 livre delas, até que vimos uma boa disputa entre Manuella Lyrio (Pinheiros) e Bruna Primati (SESI), mas ambas soltaram para mais tarde. Lyrio ficou com 4:16.89 e o segundo melhor tempo, já que quem larga na raia 4 da final A será Chinatsu Sato (JAP), com 4:15.99. Os tempos-corte: para a final estrangeira, 4:23.94 de Carolina Bilich (Minas) e para a nacional, 4:31.05 de Nicole Murdiga (GNU). O índice, ainda não-alcançado, é de 4:09.08.