Kobe Bryant se despede e deixa mídia americana de boca aberta

Arte com as manchetes das matérias e crônicas sobre a despedida (NY Times, LA Times, The Washington Post, Sports Illustrated, Fox/EUA e ESPN/EUA

De forma sucinta, quem é Kobe Bryant? Poderíamos responder que é um atleta que está há 20 anos na mesma equipe, participou de importantes conquistas na NBA e que quis encerrar sua carreira “por cima”. Pra você ter uma ideia do quão foi o “por cima” na despedida dele na última quarta (13), eis algumas palavras da mídia esportiva americana: “glorioso”, “perfeito”, “terminou com um ponto de exclamação”, “o melhor adeus”, “inesquecível”, “incrível”, “espetacular”.

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Como disse o colunista Andrew Lynch: “Que maneira de Kobe Bryant ir embora!”. Tal espanto dos colunistas e repórteres especializados dos Estados Unidos deu-se porque o “Black Mamba” fez 60 dos 101 pontos dos Los Angeles Lakers sobre os 96 do Utah Jazz.

Classificada como “histórica” – e alguns sinôminos – por vários meios de comunicação, a imprensa dos EUA (de várias maneiras) realmente achou incontestável o excelente desempenho de Kobe na sua “farewell perfomance”. Foram só elogios.

Também foi bastante comentada a presença e a surpresa de famosos declaradamente fãs como o ator Jack Nicholson, o rapper Jay-Z e o ex-jogador Shaquille O’Neal.

O número expressivo na pontuação da partida fez com que várias mídias incluíssem ainda mais algo que a mídia americana adora usar: estatísticas. Mas para o adeus de um jogador que está há duas décadas, isso foi muito explorado, seja por texto, gráfico ou vídeo.

Fãs satisfeitos, atleta com sensação de dever cumprido e mídia de boca aberta: essa foi a despedida de Kobe Bryant.