Crônica: 13.04.2016. O dia de Kobe

Reprodução/Facebook Oficial NBA

Um dia que marcou o mundo.
O mundo ficou pequeno para Kobe.
Quem não conhecia, conheceu.
Bryant, com seus 60 pontos, mostrou o poder que teve e o pouco que sobrou.
Kobe sempre foi um jogador extremamente intenso.
Para o bem e para o mal.
Seu comportamento é questionado, amado e odiado em fatias iguais.
Para os que vieram depois dos anos 90, Kobe foi Jordan.
Foi o Jordan que conseguimos ver.
Foi o nosso Jordan.
Foi o exemplo maior de idolatria por um jogador e sua técnica, sua mágica, sua mística.
Seu empenho diuturno, autoconfiança exacerbada e jogo psicológico afiado.
Sempre vai ser lembrado.
A marca de seu nome na história do esporte pode ser elucidada simplesmente
porque não se precisa do nome e do sobrenome para saber dos lendários:
há Pelé, há Michael, há Ali, há Diego, há Owens, há Phelps, há Bolt.
E há Wilt, há Kareem, há Bird, há Magic, há Kobe.
Kobe deixa marcas e recordes.
Um caminhão deles.
Que sorte de quem pôde presenciá-los.

Mamba out.