Conheça o basquete em cadeira de rodas

Getty Images

Crédito da foto: Confederação Brasileira de Basquete de Rodas

Dando prosseguimento ao especial sobre o esporte paralímpico, a modalidade em questão será o Basquete em Cadeira de Rodas. O esporte nasceu em 1945, nos Estados Unidos.e o esporte foi criado para incluir ex-combatentes da Segunda Guerra Mundial. O esporte é o único a figurar em todas as edições das paralímpiadas e é uma das competições mais lembradas por quem não é deficiente, ou pelo menos, faz parte do imaginário dessas pessoas.

Classificação dos Atletas

Segundo o Comitê Paralímpico Brasileiro, “Cada atleta é classificado de acordo com comprometimento físico-motor e a escala obedece aos números 1, 2, 3, 4 e 4,5. Com objetivo de facilitar a classificação e a participação de atletas que apresentam qualidades de mais de uma classe distinta (os chamados casos limítrofes) foram criadas quatro classes intermediárias: 1,5, 2,5 e 3,5. O número máximo de pontuação em quadra não pode ultrapassar 14 e vale a regra de que, quanto maior a deficiência, menor a classe”.

Regras do Jogo – algumas curiosidades

Em termos de regra, as principais diferenças para o basquete convencional são:

  • uma falta é marcada quando o jogador levanta as rodas traseiras do chão contra o jogador adversário
  • A violação da andada é marcada quando o jogador dá três impulsos seguidos com a cadeira de rodas
  • Se uma equipe tiver jogadores com mais de 14 pontos,  de acordo com a classificação de mobilidade dos jogadores, é marcada uma falta técnica.

Basquete em Cadeira de Rodas no Brasil

Foi o primeiro esporte paralímpico a ser praticado no pais e os primeiros registros são de 1958 e os responsáveis pela introdução da prática do esporte no Brasil foram Sérgio del Grande e Robson Sampaio.  Atualmente, a CBBC (Confederação Brasileira de Basquete em Cadeira de Rodas) conta com as seleções principais (masculina e feminina) e Sub 21 (Masculina e Feminina).