Libertadores: Relembre jogos inesquecíveis do Palmeiras no torneio

Divulgação

Nesta terça-feira, o Palmeiras começa sua 17a participação na Libertadores – segundo brasileiro em aparições, empatado com o Grêmio e superado apenas pelo São Paulo. Às 21h45 (horário de Brasília), o time de Marcelo Oliveira enfrenta o River Plate, em Maldonado, no Uruguai, em seu retorno ao torneio pela primeira vez desde 2013.

LEIA TAMBÉM:
Relembre estreias recentes do Palmeiras na Libertadores
River Plate-URU x Palmeiras: saiba como assistir ao jogo ao vivo na TV
Conselheiros do Palmeiras alertam para demissão de Marcelo Oliveira em caso de derrota
Palmeiras é quase sete vezes mais valioso que adversário na Libertadores

Em 16 anos jogando a competição mais importante do continente, o Verdão pode se orgulhar de vários jogos memoráveis. A seguir, o Torcedores.com reúne partidas que até hoje são lembradas pelos torcedores alviverdes e que fazem o Palmeiras ser considerado sempre uma equipe “copeira”.

1999

No ano em que conquistou o título da Libertadores, o Verdão encarou várias batalhas. Já nas oitavas de final, a equipe comandada por Felipão encarou o então campeão Vasco da Gama. Após empate em 1 a 1 em São Paulo, o Palmeiras arrancou vitória expressiva por 4 a 2 em pleno estádio São Januário, com direito a show de Alex.

Nas quartas, veio o clássico diante do Corinthians, assim como aconteceu na primeira fase. Após vencer o primeiro jogo por 2 a 0, o Palmeiras tomou o troco na partida de volta no Morumbi, e a decisão ficou para os pênaltis. Do mesmo jeito que tinha acontecido no jogo de ida, o goleiro Marcos se agigantou e garantiu a classificação alviverde ao defender o “penal” de Vampeta.

Depois de passar pelo River Plate na semifinal, o Palmeiras fez a final contra o Deportivo Cali. Os colombianos venceram o jogo de ida por 1 a 0, mas o Verdão venceu no Palestra Itália por 2 a 1. Como na época não havia o critério de gols marcados fora de casa, a disputa foi para as cobranças de pênaltis. Dessa vez, Marcos não defendeu nenhuma batida, porém sua fama assustou os rivais. Qual palmeirense não se lembra da última cobrança, a de Zapata?

2000

Atual campeão do torneio, o Palmeiras assegurou seu lugar na Libertadores de 2000 e, por pouco, não conseguiu o bicampeonato. Faltou sorte para derrotar o Boca Juniors de Riquelme na decisão, mas até chegar lá o Verdão passou por duras batalhas, como a contra o Peñarol logo nas oitavas.

Mas todo palmeirense guarda mesmo na memória a vitória contra o Corinthians na semifinal. O time de Felipão precisou ter sangue frio para reverter vantagem do arquirrival – após derrota no jogo de ida por 4 a 3, o Alviverde deu o troco, de virada, por 3 a 2 na volta e… bem, o resto você se lembra, não? Marcelinho Carioca também!

2001

O Palmeiras assegurou o direito de disputar a Libertadores de 2001 por ter vencido a extinta Copa dos Campeões na temporada anterior. O elenco já não tinha boa parte dos jogadores do título de dois anos antes, mas São Marcos ainda estava lá. Como sempre, fazendo milagres debaixo das traves. Nas oitavas, vitória nos pênaltis contra o perigoso São Caetano. Na fase seguinte, o Verdão derrotou o Cruzeiro de Felipão também nas penalidades.

Relembre o que Marcão aprontou em pleno Mineirão!

2009

Sob o comando de Vanderlei Luxemburgo, o Verdão retornava à Libertadores após três anos e não teve vida fácil em seu grupo. Após começar o torneio com duas derrotas, os paulistas precisaram reagir e só garantiram vaga na última rodada da chave. Em Santiago, o Palmeiras precisava vencer o Colo-Colo de qualquer maneira para seguir vivo. Coube a Cleiton Xavier fazer um golaço já no final da partida. Explosão de alegria para os alviverdes.

Nas oitavas, o Sport foi o adversário e novamente São Marcos salvou o time. Talvez no último lampejo de sua brilhante carreira, o goleiro freou os pernambucanos ao defender duas cobranças na decisão por pênaltis em Recife.

Curtiu a matéria? Siga o autor no Twitter: @fontes_matheus.
Facebook: Matheus Martins Fontes.

Foto: Divulgação



Esportista de hobby, mas jornalista de profissão. Trabalhou como repórter do O Estado de S. Paulo, Revista TÊNIS. Tênis Virtual e CurtaTÊNIS em coberturas nacionais e internacionais de grandes eventos.