Ex-atacante Guilherme relembra tombo ao pular muro da concentração do Grêmio

Crédito da foto: Reprodução/ESPN Brasil

Centroavante nato e exímio cabeceador, Guilherme pulava como poucos para subir mais alto que os zagueiros e testar a bola para as redes. Mas esses eram os pulos bons. Em 1998, um outro pulo abreviou sua passagem pelo Grêmio e ainda gerou um tremendo mal estar com a comissão técnica comandada por Celso Roth.

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Em parceria com o volante Beto, o atacante arquitetou uma fuga da concentração gremista em um domingo à noite rumo a um churrasco regado a cerveja e pagode com os amigos. Mas os planos foram frustrados após uma trapalhada do próprio fujão. Ao tentar pular um muro de cerca de três metros, Guilherme acabou batendo a cabeça e veio a sangrar na hora. No instinto, um segurança de uma churrascaria vizinha ainda o confundiu com um ladrão.

“A gente tinha jogado um jogo no domingo e empatado em 0x0. E a galera já havia combinado esse churrasco com pagode e tudo mais. E aí sem que nenhum jogador soubesse o Celso Roth inventou essa concentração já no domingo, porque na quarta-feira jogaríamos pela Sul-Americana (…) Fui pular o muro e acabei batendo a cabeça, tive que fazer 13 pontos. Depois o Eurico Miranda me comprou e eu fui para o Vasco”, contou Guilherme, em entrevista ao programa Resenha ESPN.

Amparado por alguns policiais, Guilherme retornou à concentração gremista com a cabeça completamente enfaixada. O episódio resultou no seu afastamento e na sua posterior saída do Grêmio para o Vasco da Gama. Uma saída que certamente gerou dor de cabeça para o atacante…



Jornalista formado pela PUCRS em agosto de 2014. Fã de esportes, sobretudo tênis. Colorado por paixão, jornalista por vocação e tenista por opção.