Palmeiras tem estratégia para evitar o assédio chinês aos seus jogadores

O time da SE Palmeiras, em jogo contra a equipe do São Bernardo FC, durante partida válida pela décima primeira rodada do Campeonato Paulista, Série A1, no estádio Primeiro de Maio. São Bernardo do Campo/SP, Brasil - 22/03/2015. Foto: Cesar Greco / Fotoarena

Ao ver o arquirrival Corinthians sofrendo com as investidas do mercado chinês e levando seus melhores jogadores, o Palmeiras correu para evitar que o mesmo ocorresse no clube e se certificou que estaria protegido contra a tática chinesa. A receita da diretoria já estava, na verdade, pronta: altas multas rescisórias para venda de atletas.

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O presidente Paulo Nobre falou sobre o assunto em entrevista ao Fox Sports nesta segunda-feira (18). “Não é agradável o que está acontecendo. Vejo o Roberto [de Andrade] falar que os chineses chegam e levam o jogador. Primeiro se acertam com os jogadores, com altos salários e depois pagam o clube. É verdade, não tem o que fazer, mas é para isso que existe a multa“, disse o mandatário alviverde.

Fui me certificar para saber como estavam as multas rescisórias dos nossos jogadores. Se os chineses quiserem vir [atrás dos jogadores do Verdão], não tem problema, podem vir. Se pagarem a multa, o Palmeiras estará preparado e terá fundos necessários para repor a perda“, completou.

Nobre não falou se algum atleta do time alviverde foi assediado pelos chineses, mas deixou uma pista. “Eu não comento nenhuma negociação em curso. O que posso dizer é que o Palmeiras foi campeão da Copa do Brasil e, naturalmente, chama a atenção [do mercado] como um todo.”

Crédito da foto: Cesar Greco/Ag. Palmeiras