Entenda por que Ademir da Guia não se vê como maior ídolo do Palmeiras

Reprodução/ESPN Brasil

O convidado do programa “Bola da Vez”, da ESPN Brasil, desta semana foi Ademir da Guia, considerado por muitos o maior jogador da história do Palmeiras. O “Divino”, como passou a ser conhecido, foi questionado na entrevista sobre quem ele considera os maiores que vestiram o manto alviverde em mais de 100 anos. A modéstia falou mais alto na hora de dar a resposta.

LEIA TAMBÉM:
Veja provável escalação do Palmeiras para o amistoso contra Libertad-PAR
Mercado da bola 2016: Palmeiras e Fluminense disputam zagueiro da Roma
Avanti leva sócios-torcedores para pré-temporada do Palmeiras no Uruguai
Opinião: Sim, há espaço para Gabriel, Arouca e Jean no titular do Palmeiras
Palmeiras RESOLVE última pendência na construção do elenco de 2016; entenda

“Eu, na verdade, procuro me colocar entre os cinco maiores, porque não vi a época do time de 1942, quando o Palmeiras foi várias vezes campeão. Quando jogava o Oberdan (Cattani), sei que o Jair Rosa Pinto foi sensacional… então, eu procuro me colocar entre os cinco maiores jogadores que o Palmeiras já teve, sendo que, na verdade, me coloco como o jogador que mais jogou com a camisa do Palmeiras. Foram 903 jogos. Esse título ninguém me pode tirar. Porque amanhã eu posso encontrar alguém na rua que me fala: ‘Olha, Ademir, o fulano, para mim, foi melhor’. É uma coisa normal. Eu posso ser o segundo, terceiro… mas o primeiro em jogos, esse eu sou número 1. Esse ninguém me tira, não tem como contestar. Agora teve gente que viu outros grandes times, como o de 1942, o de 1959 que foi campeão em cima do Santos…”

Realmente Ademir foi o jogador que mais representou o Palmeiras na história, mas de acordo com dados do próprio clube, foram 901 partidas do Divino, e não 903 como ele contou no programa da ESPN que vai ao ar na madrugada de terça para quarta-feira a partir da meia-noite (horário de Brasília).

Em 16 anos de clube, o meia conquistou 11 títulos entre 1961 e 1977, sendo o comandante da Academia dos anos 60 e 70. Sua genialidade em campo e a simpatia fora das quatro linhas fizeram com que recebesse uma homenagem do Palmeiras, com um busto de bronze eternizado nos jardins da sede do clube.

Curtiu a matéria? Siga o autor no Twitter: @fontes_matheus.
Facebook: Matheus Martins Fontes.

Foto: Reprodução/ESPN Brasil



Esportista de hobby, mas jornalista de profissão. Trabalhou como repórter do O Estado de S. Paulo, Revista TÊNIS. Tênis Virtual e CurtaTÊNIS em coberturas nacionais e internacionais de grandes eventos.