Jornalista revela: “O Eto’o foi fundamental para a escolha da profissão”

O que parecia ser apenas um clássico, a presença do camaronês Samuel Eto’o, que marcou época no Barcelona, Inter de Milão e que hoje joga pelo Antalyaspor-TUR, mudou a história da dupla Come-Fogo. Na última terça-feira (22), organizado pelo Twitter, o duelo foi realizado no Estádio Santa Cruz, em Ribeirão Preto. A partida foi marcante para um jornalista presente. Repórter da rádio 101 FM, de Jaboticabal, Fábio Penariol foi o único a conseguir um autógrafo do astro africano, como conta ao Torcedores.com.

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Devido ao grande esquema de segurança, os amantes do futebol não conseguiram se aproximar de Eto’o. Penariol não conseguiu uma foto com o jogador, mas aproveitou a única oportunidade na entrevista coletiva ao lado do camisa 10 botafoguense, Raí, que completou 100 jogos com a camisa do Botafogo-SP.

Reprodução|Facebook“É uma sensação muito boa. Pois lembro daquele momento em que acabou a coletiva. Como eu já tinha cumprido minha obrigação profissional do dia, naquele momento eu fui o primeiro a levantar da cadeira e ir até ele. Não esqueço de quando ele viu o álbum com a figurinha dele. Com pressa, o Eto’o logo foi autografando. A sensação é essa, passa esse filme na cabeça e até agora não caiu a ficha”, diz Penariol.

Ele fala que não colecionador de figurinhas assíduo, mas afirma que não pensou duas vezes para ser escalado a cobrir o jogo festivo. “Tive apenas um álbum de figurinhas de futebol na minha vida. Justamente um do Campeonato Espanhol da temporada 2006/2007. Não cheguei a completar, mas tinha a figurinha do Eto’o. Aí, você já viu [risos]. Quando soube que ele estaria em Ribeirão, fui determinado a encontrá-lo. ”

Fundamental na escolha da profissão

Hoje em dia, a família é o principal fator na escolha da profissão. Muitas vezes, passa de geração para geração. No caso de Fábio Penariol, a idolatria por Eto’o pesou mais que a opinião dos familiares. Com o sonho de todo garoto, o tempo foi passando e ele acabou desistindo do mundo da bola. Mas quem disse que não poderia ficar fora das quatro linhas? Devido a paixão pelo camaronês, Penariol optou por jornalismo, profissão que o deixava mais próximo de seu ídolo.

“Eu queria ser jogador de futebol naquela época, mas é algo difícil, então, aos poucos fui tendo essa vontade de ser jornalista esportivo. E o Eto’o foi fundamental para a escolha da profissão. Queria muito estar ali dentro do campo, perto desses caras, falando com eles, e o jornalismo permite essa proximidade”, finaliza.

Foto: Luis Augusto|Agência Botafogo



Ribeirão-pretano com orgulho e apaixonado por todas as modalidades esportivas. Jornalismo esportivo é uma das paixões que carrego em meu peito. Sonhar é o que mantém o Homem vivo. "O Homem não morre quando deixa de existir, e sim quando deixa de sonhar".