Sexta-feira, 13: veja 11 jogadores que causaram PÂNICO na torcida colorada

A sexta-feira 13 costuma ser sinônimo de azar segundo algumas culturas pagãs. Seja pelo número ou pelo dia da semana, a data é sempre lembrada e frequentemente motivo de brincadeiras. De carona na mística da sexta-feira 13, o Torcedores.com viajou no tempo e formou um time completo com 11 jogadores que passaram pelo Inter e causaram pânico na torcida colorada.

O critério básico para a escolha da Seleção do Medo é o quanto cada jogador atemorizou a torcida colorada. Seja pela insegurança na defesa, falta de habilidade no meio campo ou ineficiência no ataque, o time abaixo certamente dará calafrios nos amantes do lado vermelho do Rio Grande do Sul, assim como indica a data de hoje.

Goleiro: João Gabriel – Cria da base colorada, João Gabriel foi titular do Inter no início dos anos 2000 e obrigava a torcida colorada a prender a respiração em cada bola levantada na área. João tinha bons reflexos, mas os braços curtos o impediam de fazer defesas mais complexas. Largou o futebol e virou um bom advogado.

Lateral-direito: Ricardo Lopes – Jogou no Inter em 2008 e disputou a posição com Ângelo, que poderia ser um reserva de luxo da Seleção do Medo. Ricardo, certa vez, deu uma arrancada incrível em um jogo contra o Botafogo, e nada mais. Ele se atrapalhava nas próprias pernas.

Zagueiro: Orozco – O colombiano chegou com moral no Beira-Rio no meio de 2007, mas bastou suas primeiras atuações ocorrem para que ela fosse toda por água abaixo. Era ruim pelo alto e por baixo.

Zagueiro: Ronaldo Alves – Por algum motivo que até hoje ninguém foi capaz de entender, Ronaldo Alves foi titular do time de Dunga em 2013 por quase um semestre inteiro. Seu grande lance naquela temporada foi um golaço contra o América-MG pela Copa do Brasil. Só que contra.

Lateral-esquerdo: Eros Pérez – Jogou no time de Carlos Alberto Parreira, que brigou por uma vaga no G8 do Brasileirão de 2001 e não conseguiu. O chileno fez um pênalti aos 45 minutos do segundo tempo em um jogo contra a Ponte Preta, no Beira-Rio, com o duelo em 2×1 para o Inter. Depois disso, nunca mais jogou. Em entrevista recente, disse sentir falta das mulheres de Porto Alegre…

Volante: Ygor – Entrava ano, saía ano, ele estava sempre lá: subindo à Serra em janeiro para fazer a pré-temporada com o Inter. Inexplicável, já que nunca teve uma atuação sequer razoável. “Perygor” sempre justificou o seu apelido.

Volante: Wilson Matias – Contratado com o status de “espetacular”, já que assim o chamou Fernando Carvalho, então vice de futebol no final de 2009, Matias foi uma grande decepção no Inter. Mostrou que de espetacular não tinha nem o jeito de andar. Recentemente, admitiu que as noitadas gaúchas atrapalharam o seu futebol. Ok.

Meia: Luciano Henrique – É o tipo de jogador que não há a menor explicação sobre como veio parar no Inter.

Meia: Pinga – Foi o melhor jogador do Inter na final da Recopa de 2007 contra o Pachuca, do México, no Beira-Rio. Mas só.

Atacante: Edu – Havia muita expectativa em cima do futebol de Edu, que veio do Betis trazendo a esperança de gols e de boas atuações com a camisa colorada. Mas ficou só na vontade. Mesmo tendo várias oportunidades, o jogador fracassou e não foi bem no Beira-Rio.

Atacante: Didi Facada – Esse causava medo mesmo, literalmente. Adquirido pelo Inter na metade de 2004, Didi não fez rigorosamente nada em campo. Já fora dele… Resumidamente, se envolveu em uma briga na própria festa de aniversário e desferiu facadas em um travesti, justificando o apelido recebido. Foi demitido pelo clube no dia seguinte.

E para treinar esta verdadeira máquina? Deixamos o cargo vago por enquanto! Quem você acha que merecia assumir esse time? Deixe nos comentários!

(foto principal: Site do Inter)



Jornalista formado pela PUCRS em agosto de 2014. Fã de esportes, sobretudo tênis. Colorado por paixão, jornalista por vocação e tenista por opção.