Jogadores do Botafogo-SP são recepcionados com grande festa na chegada à Ribeirão

Um dia após a conquista do título nacional, feito inédito ao Botafogo-SP, os jogadores do clube retornaram do Piauí com a sensação de dever cumprido. Ao empatar em 0 a 0 com o River, na noite desse sábado (14), o Tricolor sagrou-se campeão, já que havia vencido o primeiro jogo por 3 a 2, em Ribeirão Preto. Na chegada ao Estádio Santa Cruz, os atletas foram recepcionados pela grande massa botafoguense.

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Desacreditados desde o empate e a quase derrota para o Duque de Caxias no primeiro turno da fase grupos, os atletas mostraram que a união fazia a diferença para as demais equipes.

“O título não representa apenas um feito inédito ao Botafogo-SP. Desde o início da competição, nós mostramos que a união era necessária e que poderíamos sair vencedores. Agora é comemorar o momento de glória do Pantera”, conta Samuel Santos, um dos principais jogadores da equipe paulista no acesso à Série C de 2016, e no título da competição, em exclusiva ao Torcedores.com.

Há dois anos, o Botafogo-SP conquista bons resultados nos campeonatos que participa. Em 2014, o time ficou entre os sete melhores do Paulistão e garantiu o segundo lugar na Copa Paulista. Esse ano, o Tricolor chegou à final da Taça SP de Futebol Jr., mas bateu na trave. No estadual, a equipe garantiu vaga nas quartas. Agora, depois de muita insistência, o Pantera chegou ao seu primeiro título de competição a nível nacional, fruto do planejamento da diretoria.

“O Botafogo é um grande clube, mas carente de grandes títulos. Muitos não acreditavam em nós. Com determinação e esforço de cada um, conseguimos atingir o objetivo de uma legião. Agora é entrar para a história do time e parabenizar a diretoria, comissão técnica, enfim, todos os responsáveis por este planejamento ao longo prazo que a equipe vem fazendo”, afirma Francis, que não atuou em Teresina por cumprir suspensão pelo terceiro cartão amarelo.

Foto: Luís Augusto/Ag. Botafogo



Ribeirão-pretano com orgulho e apaixonado por todas as modalidades esportivas. Jornalismo esportivo é uma das paixões que carrego em meu peito. Sonhar é o que mantém o Homem vivo. "O Homem não morre quando deixa de existir, e sim quando deixa de sonhar".