Palmeiras: Confira 5 jogos inesquecíveis do Verdão no Pacaembu

Getty Images

Neste sábado, o Palmeiras retorna ao Pacaembu para enfrentar o Grêmio às 18h30 (horário de Brasília), pelo Campeonato Brasileiro. A mudança de “casa” acontece porque o Allianz Parque se prepara para receber shows internacionais nos próximos dias. Embora o time de Marcelo Oliveira saiba que a pressão sobre os adversários diminuirá consideravelmente, o charmoso estádio Paulo Machado de Carvalho guarda belíssimas recordações ao Verdão.

LEIA TAMBÉM:
Palmeiras x Grêmio: saiba o que está em jogo

Palmeiras x Grêmio: confira a provável escalação do Verdão
Brasileirão: Marcelo Oliveira completa um turno no Palmeiras com números de G-4
WTorre volta atrás e libera Allianz Parque para jogo contra o Internacional
Veja quanto o Palmeiras fatura com a bilheteria da Allianz Parque

O Pacaembu foi palco de 26 títulos do Palmeiras na história (maior campeão do estádio), e, além disso, foi a residência oficial do clube enquanto erguia-se o Allianz Parque, de 2010 a 2014. No Brasileirão, especificamente, o Verdão foi campeão pela última vez da competição em 1994, exatamente nos gramados do Paca.

Por isso, o Torcedores.com relembra cinco jogos inesquecíveis do Palmeiras realizados no Pacaembu que certamente vão inspirar o time de Marcelo Oliveira, logo mais, contra o Grêmio.

Confira!

1) Último título brasileiro

O Palmeiras obteve o octacampeonato brasileiro em 1994 após dois jogos no Pacaembu contra o Corinthians. Na primeira partida, Rivaldo barbarizou e, com dois gols, foi fundamental para a vitória por 3 a 1. No jogo de volta, três dias depois, novamente o camisa 10 balançou as redes no empate por 1 a 1, que fez o Verdão erguer a taça junto com a torcida alviverde no Pacaembu.

2) Rio-São Paulo de 93

No ano em que o Palmeiras saiu da fila, coube ao Corinthians ser a vítima de dois títulos: no Campeonato Paulista e Torneio Rio-São Paulo. No segundo, o troféu foi assegurado em duas finais: na primeira, Edmundo marcou dois gols para encaminhar a conquista. No segundo jogo, bastou o time de Vanderlei Luxemburgo empatar por 0 a 0 para sair com a taça.

3) Rio-São Paulo de 51
Meses antes da conquista da Copa Rio, no Rio de Janeiro, o Palmeiras de Ventura Cambon venceu o arquirrival Corinthians no Torneio Rio-São Paulo. O título representou o terceiro de um total de cinco na sequência (“cinco coroas”, como ficou conhecida) e, melhor ainda, vingou derrota para o Timão na primeira fase. Em duas finais, o Verdão levou a melhor: o primeiro por 3 a 2, com gol do artilheiro Aquiles. Na segunda partida, Jair Rosa Pinto e novamente Aquiles abriram boa vantagem. Luizinho até descontou, mas Jair deu números finais à disputa e levou o bi do Rio-São Paulo.

4) Inauguração do estádio
Se no sábado, dia 27 de abril de 1942, o desfile inaugural do Pacaembu foi marcado por vaias ao presidente Getúlio Vargas, no dia seguinte a história foi diferente. O Palmeiras, então Palestra Itália, foi o primeiro vencedor na história do estádio com a goleada por 6 a 2 sobre o Coritiba pelo Torneio Cidade de São Paulo. Echevarrieta, Luizinho Mesquita, Elyseo e Sandro balançaram as redes naquele 28 de abril. O triunfo fez o Palestra ir à final do torneio contra o Corinthians. No dia 5 de maio, o Alviverde bateu o arquirrival por 2 a 1 tornando-se o primeiro clube a levantar uma taça no Pacaembu.

5) Arrancada heroica

Em 1942, Getúlio Vargas declarou oficialmente seu apoio aos Aliados, por isso o Palestra Itália, assim como várias instituições, teve que mudar de nome. Em setembro passou a se chamar Palmeiras e, logo já, conquistava o Campeonato Paulista após vitória por 3 a 1 sobre o São Paulo, exatamente um dos principais articuladores da pressão política sobre os palestrinos. Armando Del Debbio, técnico do Verdão à época, comemorou em uma frase que ficou marcada na história de todo palmeirense: “O Palestra morreu líder, e o Palmeiras nasceu campeão”.

Curtiu a matéria? Siga o autor no Twitter: @fontes_matheus.
Facebook: Matheus Martins Fontes.

Fotos: Getty Images



Esportista de hobby, mas jornalista de profissão. Trabalhou como repórter do O Estado de S. Paulo, Revista TÊNIS. Tênis Virtual e CurtaTÊNIS em coberturas nacionais e internacionais de grandes eventos.