Chapa de oposição é lançada para presidência do Flamengo

Gilvan de Souza/Flamengo

Nessa sexta-feira (14), Cacau Cotta se lançou como candidato a presidência do rubro-negro, pela chapa “União Rubro-Negra”. Ao lado de seu vice, Paulo C. Ribeiro, o candidato deu explicações sobre o nome da chapa e destacou outros assuntos durante uma coletiva de um pouco menos de uma hora:

“[…] Por que o nome União Rubro-Negra? Pois foi o que faltou nesses três anos. Se pregou ao final de uma eleição que todos não teriam mais cor. Não teria mais chapa azul, chapa branca, amarela, verde e rosa. No Flamengo, nesses três anos, se deixou de ser rubro-negro. O que acontece nas redes sociais é uma guerra entre rubro-negros. Passamos ser azuis, abóboras, corja, não-corja, passado, presente … O Flamengo não vai chegar a lugar nenhum assim […]”

O candidato destacou que é candidato de vários grupos políticos, que chegaram a um consenso e indicaram ele como candidato. Também foram destacados os legados deixados da gestão que ele participou, como melhorias na gávea e contrato da Adidas.

O candidato Cacau Cotta e seu vice fizeram críticas a atual gestão em relação a futebol de base e alguns episódios pontuais do futebol profissional, como o episódio do jogador Elias, onde os atuais dirigentes aumentaram o preço da final da Copa do Brasil alegando que o dinheiro seria para manter o jogador, que acabou indo para o Corinthians. Para finalizar, disse ainda que pretende falar sobre um novo modelo de sócio torcedor.

O vice em sua fala destacou sua trajetória no clube, apresentou sua visão da atual situação política dentro do clube e antes de responderem para as perguntas, o vice fez críticas a gestão de Bandeira de Mello, que segundo ele “acabou com os esportes olímpicos, dando como exemplo o remo, que “não ganha mais nada no remo” e ainda classificou a administração do futebol como ruim, dando como sinônimo a contratação de Carlos Eduardo, que rendeu muito abaixo do esperado.

Saudações Rubro-Negras.

Foto: Gilvan de Souza/Flamengo