Velo Clube x Rio Claro: Clássico de boas recordações

Localizada a 175 km de São Paulo, Rio Claro fica no lado Centro-Leste do estado. Próxima de cidades como Piracicaba, a região é bem tranquila durante a semana, mas aos finais de semanas a história muda devido ao futebol.

Rio Claro contém uma grande rivalidade no esporte da bola redonda. Em homenagem a cidade, o professor Joaquim Arnold e os ferroviários Bento Estevam de Siqueira, Constantino Carrocine e João Lambach, decidem fundar o Rio Claro Foot-Ball Clube em 1909, com a nomenclatura em inglês.

Do outro lado, o Velo Clube que foi fundado um ano depois do arquirrival, por quatro amigos da cidade. Em uma noite de 1910, Venancio Baptista Chaves expõe seu projeto sobre a criação do time, que seria dedicado à prática e promoção do ciclismo. Quatro dias depois, realizou-se uma Assembleia para a fundação da primeira Diretoria do Velo Clube.

Denominado por torcedores, o Rio Claro é conhecido por Galo Azul e Azulão. A escolha da ave como símbolo é uma provocação devido ao seu rival, já que o mascote do Velo é o Galo Vermelho.

A primeira partida oficial entre as equipes aconteceu em 1948, no antigo estádio do Velo Clube, que saiu vencedor pelo placar de 2 a 1. No mesmo ano, o Rubro-Verde conquistara o primeiro título em um torneio profissional sobre o arquirrival Rio Claro.

A “freguesia” do Galão da Massa não para por aí. Os torcedores Rio Claristas têm que aguentar a lembrança de 83, quando o Velo massacrou o clube por 11 a 2, em partida válida pela Segunda Divisão do Campeonato Paulista.

Atualmente, foram poucos confrontos na briga de Galo. Mesmo assim, a vantagem continua a favor dos Vermelhos. Os momentos são distintos. O Rio Claro permanece na elite do Estadual, enquanto o Velo Clube segue na Série A2. Ambos ficaram sem calendário neste segundo semestre do ano.

Obs.: informações tiradas do site oficial de ambos os clubes.

 



Ribeirão-pretano com orgulho e apaixonado por todas as modalidades esportivas. Jornalismo esportivo é uma das paixões que carrego em meu peito. Sonhar é o que mantém o Homem vivo. "O Homem não morre quando deixa de existir, e sim quando deixa de sonhar".