“Quanto mais, melhor”: Marcelo Oliveira vibra com forte concorrência no Palmeiras

Como manter um grupo tão numeroso unido e satisfeito? Essa foi uma das várias perguntas que o técnico do Palmeiras, Marcelo Oliveira, teve que encarar em sua participação no programa “Bola da Vez”, da ESPN, que foi ao ar nessa semana. O jornalista da casa, Gian Oddi, quis saber como o treinador pretende deixar o elenco, ou a maioria dele, motivado e feliz mesmo que todos saibam que apenas 11, de fato, entrarão como titulares.

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Um exemplo claro da concorrência no Palmeiras acontece no ataque, que hoje tem 10 peças para o setor. Especificamente na função de centroavante, o Verdão conta com Lucas Barrios, Alecsandro, Cristaldo e o titular até aqui Leandro Pereira. E aí, professor, como deixar todo mundo satisfeito? 

“Só acredito em futebol com bom ambiente e com a força da união e do trabalho. [Todos] Têm que estar unidos mesmo, todo mundo olhando para a mesma direção e com o mesmo propósito. E é bem melhor (contar com) mais bons jogadores do que de menos né, não ter a necessidade de improvisar aqui, ali”, opinou Marcelo, que desde que chegou no Verdão, há pouco mais de um mês, tem retrospecto de seis vitórias, um empate e uma vitória.

Para o técnico do Palmeiras, os jogadores sabem que devem ter paciência para aguardar seu momento, que virá em virtude de lesões inesperadas ou suspensões por cartões amarelos ou vermelhos. Além disso, a variedade de atletas no elenco é positiva até para pensar em vários esquemas táticos para determinados confrontos.

“Existem vários aspectos, como lesões e cartões amarelos. O Alecsandro ficou um tempo parado para se recuperar fisicamente. O Cristaldo, por exemplo, é um jogador que pode fazer outra função como jogar pelos lados ou com dois mais adiantados e mais próximos. Os jogadores têm que entender isso, pois em algum momento vai ter jogador bom fora. É melhor ser assim, porque se formos campeões brasileiros, todos serão valorizados, independentemente se jogaram ou não”, analisou Marcelo.

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Foto: César Greco/Ag. Palmeiras



Esportista de hobby, mas jornalista de profissão. Trabalhou como repórter do O Estado de S. Paulo, Revista TÊNIS. Tênis Virtual e CurtaTÊNIS em coberturas nacionais e internacionais de grandes eventos.