Corinthians perdeu craques, mas se reconstruiu para 1995

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O Corinthians havia se reestruturado em 1993 com as saidas dos craques Neto e Paulo Sérgio, após a derrota para o Palmeiras no Campeonato Paulista daquele ano. Ainda em 1993, chegavam ao Corinthians Rivaldo e Marcelinho Carioca mas os nomes do time ainda eram o goleiro Ronaldo e Viola.

 

Rivaldo acabou trocando o Corinthians pelo rival Palmeiras em 1994, e, para piorar, o Corinthians que já havia perdido o Brasileirão de 93 nas semifinais. E acabou perdendo o título de 94 para Palmeiras de Rivaldo. A equipe sentia as faltas de Paulo Sérgio e de Neto e mesmo fazendo boas campanhas não conseguia conquistar títulos. Em 94, Casagrande voltou à equipe para tentar ajudar o Corinthians mas conseguiu marcar apenas alguns gols e se aposentou ainda naquele ano com sérios problemas nos joelhos.

Chegava o ano de 1995 e o Corinthians novamente tentava converter suas recentes boas campanhas em títulos. Marcelinho Carioca já estava mais a vontade no clube e ia se tornando ídolo com seus belos gols de falta e assistências.  Célio Silva começava a dar confiança a zaga e ao lado de Sylvinho, Henrique, André Santos e Bernardo impunham respeito aos adversários. Souza começava a corresponder como o camisa 10 que o Corinthians esperava ter desde a saída de Neto e no gol, o experiente Ronaldo.

Ainda faziam parte do elenco o então jovem Zé Elias, o talismã Tupãzinho, Eliventon, Marcelinho Paulista, Ezequiel, Fabinho Pontes entre outros. O técnico era Eduardo Amorim que iniciava a carreira de treinador naquele ano.

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