Rival de Bellucci, Nishikori diz que melhorou físico à base de McDonald’s

Kei Nishikori, número seis do mundo, é o único representante da Ásia com US$ 33,5 milhões - Getty Images

Adversário de Thomaz Bellucci na segunda rodada de Roland Garros, o japonês Kei Nishikori se alimentou de McDonald’s por dois anos, logo depois de se mudar para a academia de Nick Bollettieri, na Flórida.

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Rejeitado por nutricionistas esportivos, em função do excesso de gordura, o fast food é visto até hoje com bons olhos pelo número 5 do ranking da ATP.

“Eu comia McDonald’s, tinha que comer alguma coisa e não tinha muitas opções. Acho que isso foi bom porque, depois de dois anos, eu fiquei maior e mais pesado. O sabor não era o melhor, mas foi bom pra mim, bom para meu corpo”, avaliou Nishikori.

Em entrevista ao jornal Herald Scotland, o tenista de 25 anos fez uma comparação do McDonalds com a culinária japonesa. “Comida japonesa é saudável, mas você não cresce com ela”, acrescentou.

Quando chegou aos Estados Unidos, há cerca de uma década, o número 5 do mundo sofreu bastante com a língua, mas hoje não se arrepende da mudança radical de vida. “Se eu ainda estivesse no Japão, eu ficaria arrogante e louco (talvez pelo entusiasmo dos fãs), mas felizmente eu vivo nos Estados Unidos, onde posso me concentrar o tempo todo, jogar tênis e treinar”, enumerou.

Após ser finalista no US Open, Nishikori se transformou em herói no Japão e tem o rosto espalhado por todo o País, em propagandas e na televisão.

Bellucci e Nishikori devem se enfrentar na quarta-feira (27) em Paris.

Foto: Getty Images



Jornalista desde 2008, é um estudioso do esporte e se orgulha por ter participado da cobertura de duas Olimpíadas: na Folha e no iG. Fecha o caderno de esportes do jornal ABCD MAIOR, que fica na Região do ABC Paulista