Advogada entra com pedido e renda do clássico é penhorada; Lusa não sofre danos

Felipe Higino/Lusa News

Após o clássico diante do Santos, no último domingo, oficiais de justiça estiveram nas bilheterias do Estádio Municipal Paulo Machado de Carvalho, o Pacaembu, para realizar o confisco da renda do jogo, depois de pedido da advogada Gislaine Nunes.

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De acordo com o que apurou o Portal Lusa News com pessoas ligadas à diretoria, o processo responsável pela ação é do ex-jogador do clube, Ricardo Oliveira, que, inclusive, esteve em campo no clássico.

Apesar da penhora, a Portuguesa, mandante da partida, não foi afetada financeiramente. Tudo porque já havia vendido os direitos do jogo para a BWA, empresa de gerenciamento de ingressos. Uma parte do valor acordado, inclusive, já foi paga à Rubro-Verde. A quantia não foi revelada.

Ainda segundo informações apuradas pela reportagem, a ação foi tomada por Gislaine Nunes sem o consentimento de Ricardo Oliveira, que tentará rever o pedido.

O embargo integral da renda de um jogo não é muito comum no futebol. Normalmente, são penhorados 10% da quantia recebida.

A diretoria da Portuguesa espera usar o valor obtido com a venda para a quitação de salários e a liberação do estádio do Canindé, interditado desde o final do último ano por falta de laudo de segurança.

Felipe Higino e Lucas Ventura



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