Veja a análise das contratações do “sem dinheiro” Corinthians

Não é novidade que o Corinthians vive, depois de anos anteriores de glória, uma situação financeira complicada e não era para menos, onde para contratar o clube oferecia altos salários tendo em vista que pagaria a primeira parcela do estádio em 2015 e a consequência para isso no futuro seria muito custosa. O ano chegou e a complicação “esperada” veio junto para o Alvinegro. A sorte do Timão é que o clube já tinha uma base montada e não precisava de inúmeros reforços.

LEIA MAIS
Mercado da bola: Corinthians estuda a contratação do zagueiro Pedro Geromel, do Grêmio

Para reforçar a equipe, o Corinthians não precisou gastar, tendo em vista a “crise” econômica que o clube passa, onde apesar de ter acertado o salários atrasados ainda tem algumas pendências com atletas.

Com o dinheiro curto e consequentemente a vinda de poucos reforços, veja uma análise, pessoal, dos jogadores estarem chegando ou retornando a equipe.

Edilson: O Corinthians não teve um lateral direito experiente no banco em 2014. Apesar de ter o Ferrugem, o clube preferiu apostar em um atleta mais “rodado” e viu em Edilson, que estava sem clube e se recuperando na equipe, a opção mais fácil e barata para não precisar abrir o bolso.

Emerson Sheik: Tenho minhas sinceras duvidas se ele voltaria para o Corinthians, se o clube tivesse dinheiro em caixa. É um jogador que ainda tem mercado, mas aproveitando que o jogador era da própria equipe o Timão preferiu permanecer com o atleta que tem o contrato se encerrado no meio do ano.

Stiven Mendoza: Mais um caso de jogador livre no mercado. O Corinthians precisava de um jogador de velocidade que atue pelos lados do campo. Viu que no Brasil seria impossível achar um jogador bom e barato com essas mesmas características. Como Mendoza não permaneceria na Índia, o clube fez contato com o atacante e o trouxe para o Parque São Jorge.

Cristian: Se trata de um ídolo que o Corinthians já estava de olho a um bom tempo. Até tentou comprar o jogador na época em que ele atuava no Fenerbahçe, mas esperou encerrar o vínculo do jogador com os turcos para ter mais facilidade, onde chegou de praticamente de “graça”. Vendo por um lado, o time não precisava, mas com medo de perdê-lo para algum clube brasileiro e sofrer repúdios por isso, o Timão resolveu contratá-lo.

 



Jornalista. Como todo torcedor também gosto de dar meus pitacos. Fã da seleção italiana, do Milan e do Arsenal.