Santos: Sobre estádios e o adeus ao Brasileirão

O resultado da péssima preparação do Santos para o Campeonato Brasileiro nos últimos anos. Um lateral adversário marcar três gols em uma partida, isso seria o que: o cara é craque? A defesa é fraca? Ou o técnico é incompetente?

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Desculpe amigos, mas estamos falando do lateral Patric, que com todo respeito não é nem um Vieira, não dá pra chamá-lo de craque. Com certeza as duas últimas são as mais prováveis.

O resultado: estamos fora da disputa do título brasileiro, infelizmente. Foram oito derrotas (em 20 rodadas) no campeonato até agora, SEIS delas fora de casa e apenas 43.3% de aproveitamento.

Um scout péssimo para um time que queira ao menos tentar chegar entre os quatro primeiros, imagina ser campeão. Já são 10 anos sem levantar o principal campeonato nacional, o último ano que o Peixe chegou entre os quatro primeiros foi em 2007, onde foi vice, QUINZE pontos atrás do campeão São Paulo.

Sim amigos estamos muito atrás quando o assunto é Campeonato Brasileiro. A diretoria parece não levar a sério a importância dessa competição. A melhor classificação do Santos de Neymar, imaginem, foi um pífio 8º lugar em 2012. Mas aí vem a pergunta: como levar a sério uma competição que nem a torcida leva? O alvinegro praiano tem a 16ª maior média de público do campeonato até o momento.

A QUARTA PIOR!

Atrás de Chapecopense e Criciúma (e se você pensa que isso é ruim, é a melhor média desde 2010). Não dá pra um time ser campeão se a torcida não vai as partidas. Tivemos jogos na Vila contra o Atlético Paranaense (com Robinho e tudo) e foram 5 mil guerreiros torcedores.

Tem algo errado nisso, ou ninguém percebeu? Passou da hora de uma reestruturação, de uma preparação adequada para o Brasileirão e de (por que não) um estádio que comporte a sua torcida. A Vila é mágica, mas magia não enche os cofres do clube. 

Foto: Getty Images



Curador de cultura (in)útil, tech-lover, web-addicted, social crazy, fundador da @newidbr, pai do Luca e santista nas horas vagas.