Cleveland quer LeBron e Love juntos. É necessário?

Foto: Getty Images

Nas últimas semanas, a mídia especializada vem especulando sobre uma suposta troca que levaria Kevin Love para Cleveland, somando seus talentos à LeBron James e Kyrie Irving, formando assim um novo Big Tree em Ohio. Mas essa troca é realmente necessária para o Cleveland?

A troca enviaria Andrew Wiggins (primeira escolha do draft de 2014), Anthony Bennett (primeira escolha do draft de 2013) e uma escolha futura de primeiro round para Minnesota. O Cleveland, por sua vez, receberia Kevin Love e Kevin Martin. Desta forma, o provável line up de Cleveland contaria com Irving, Martin, LeBron, Love e Varejão. Um time respeitável, não? Ainda restariam Waiters, Thompson e Miller vindo do banco.

Agora vamos pensar na dinâmica deste time. Somando a média de pontos por jogo na última temporada deste quinteto, chegamos a assombrosos 101,5 ppg. Porém, a análise não pode ser tão simplista, já que Irving e LeBron são jogadores acostumados a jogarem com a bola em suas mãos, sendo assim, ambos deveriam aptar o seu jogo.

Mas a análise mais importante a ser feita é no outro lado da quadra. Apenas LeBron é reconhecido por sua defesa de perímetro. Sendo assim, caberia a ele fazer a marcação do melhor jogador de perímetro do adversário, o que estaria longe do ideal, devido ao grande desgaste resultante desta tarefa.

Caso a troca não seja feita, o Cleveland perderia potencial ofensivo com Thompson na vaga de Love, mas Wiggins poderia dividir as tarefas defensivas com LeBron, além de poder desenvolver o seu jogo a sombra do grande astro. Ainda restariam Bennett e uma futura escolha que podem ajudar a compor a rotação.

As possibilidades estão na mesa. Se você fosse o GM da franquia de Ohio, faria a troca? Por quais motivos?

Crédito da foto: Getty Images



Doente por NBA.